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R$ 16 MILHÕES

Família de Agnaldo Timóteo briga na Justiça por herança milionária; entenda

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Imagem de Agnaldo Timóteo cantando durante show

Agnaldo Timóteo cantando durante show; família entrou na Justiça para brigar pela herança

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 12/5/2021 - 9h47
Atualizado em 12/5/2021 - 16h04

A família de Agnaldo Timóteo (1936-2021) quer contestar o testamento deixado por ele antes de morrer por complicações de Covid-19, aos 84 anos, em abril deste ano. O cantor deixou metade da fortuna de R$ 16 milhões para sua filha de criação, Keyty Evelyn, de 14 anos, e a outra metade para ser dividida entre dois afilhados e dois de seus seis irmãos.

De acordo com a vontade de Timóteo, que nomeou como inventariante e tutor da menina seu amigo e advogado, Sidnei Lobo Pedroso, cada afilhado ficaria com 10% da metade de sua herança. Cada irmão mencionado teria direito a 15% da metade dos bens. As informações são do jornal Extra.

Apesar de criar Keyty desde que ela tinha dois anos, a adoção ainda não havia sido formalizada. Após sofrer um AVC em 2019 e ficar quase dois meses internado, o cantor solicitou ao advogado que desse entrada no processo de adoção, o que aconteceu em janeiro.

"Preciso legalizá-la para que ela seja Keyty Evelyn Timóteo. Ela já tem um documento como minha herdeira, mas quero que seja minha filha oficial. Ela é a razão da minha vida", disse Timóteo, em vídeo enviado a Sidnei. O processo ainda não foi finalizado, mas o Ministério Público já deu um parecer favorável provisório para a guarda da adolescente.

Os irmãos do cantor, no entanto, não concordaram com a divisão de bens e querem pedir a anulação do testamento, alegando que ele estava confuso e não tinha como responder por seus atos. Ruthinete, uma das irmãs, chegou a apresentar uma declaração de um médico.

"Como inventariante, só quero que a vontade de Agnaldo seja respeitada, me colocando como tutor da menina, para que eu cuidasse dela até os 18 anos. Eu não recebo um centavo para ser tutor dela", declarou o advogado. Keyty, atualmente, está com a avó materna em São Paulo. 

Timotinho, sobrinho e ex-assessor de Agnaldo, afirmou que a menina nunca foi aceita pelos irmãos dele. Uma amiga íntima do cantor ainda relatou que Ruthinete tinha desprezo pela sobrinha de criação. "Ela disse: 'A Keyty tinha vindo do lixo, e pro lixo ia voltar'. Essa menina era tudo na vida do Agnaldo", lamentou a fonte, em depoimento ao jornal.

Filha de Agnaldo hostilizada

Sidnei Lobo Pedroso, inventariante de Agnaldo Timóteo e também tutor de Keyty Evelyn, confirmou o imbróglio judicial ao Notícias da TV. Segundo ele, os irmãos Cícero Timotheo Pereira e Ruthinete Timotheo Pereira estão à frente da contestação.

Agnaldo Timóteo: mansão trancada com cadeados no Rio de Janeiro (Foto: Divulgação)

"É uma tentativa dos próprios irmãos biológicos de não respeitarem a vontade do Agnaldo. Inclusive, juntaram um documento que não tem validade jurídica nenhuma, que foi uma declaração de um médico que sequer tem data de emissão. Ela, Ruthinete, pediu, através de um advogado, para ser inventariante. O Tribunal de Justiça [do Rio de Janeiro] já negou a liminar", informou.

Keyty Evelyn morava com Timóteo na casa do músico na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O artista passou a cuidar da menina quando ela tinha 1 ano e 6 meses, sempre com a ajuda de Maria do Rosário, sua funcionária de anos. Para a criança, o cantor era seu pai e a babá a figura materna.

Segundo Pedroso, desde a morte do compositor, as duas passaram a enfrentar situações de hostilidade dentro de casa. Um dia após a morte do irmão, Ruthinete teria entrado no imóvel para trancar os quartos com cadeados. Ela também recolheu documentos e objetos de valor.

Nesse episódio, foi Maria do Rosário quem testemunhou a menina sendo chamada de "lixo". Por causa da situação, o tutor de Keyty tomou a decisão de trazer a criança e a babá para São Paulo.

"Para você ter uma ideia, quando o Agnaldo morreu, ela [Keyty] foi proibida de ir para o funeral do pai pela Ruthinete. Ela não deixou a menina ir no enterro do pai", lamentou.

Em São Paulo, Keyty iniciou vida nova. Ela conseguiu uma bolsa integral em uma escola da capital e iniciou aulas online. Por causa da perda do pai, tem acompanhamento psicológico. Mas, distante da situação hostil que vivia no Rio de Janeiro, segue uma infância tranquila.

Veja vídeo deixado por Agnaldo Timóteo sobre Keyty Evelyn: 


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