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Galã de novela

Aos 53 anos, Domingos Montagner diz que cenas de sexo são difíceis de fazer

PAPRICA FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO

Bianca Comparato (Luana) com Domingos Montagner (Espinosa) em cena de série policial  - PAPRICA FOTOGRAFIA/DIVULGAÇÃO

Bianca Comparato (Luana) com Domingos Montagner (Espinosa) em cena de série policial

MÁRCIA PEREIRA, enviada ao Rio de Janeiro

Publicado em 22/10/2015 - 6h30

Domingos Montagner, 53 anos, revela que fica intimidado ao ter de fazer cenas de sexo. Galã da Globo, ele foi emprestado para o canal GNT para protagonizar a série Romance Policial - Espinosa, na qual vive um delegado sedutor. Ele tem sequências bem intensas na cama com a atriz Bianca Comparato (Luana), 29 anos. "Cenas de sexo são sempre delicadas, construímos um ambiente para ser o mais eficiente possível para a dramaturgia. Não acho que é mais difícil para mulher do que para o homem. Pelo menos, para mim, não é nada fácil", revela o ator.

O bonitão pode ser visto no GNT todas às quintas, às 22h30, caçando o assassino de policiais da delegacia comandada por seu personagem. A relação do delegado Espinosa com Luana foi romanceada. O roteiro é uma adaptação do livro Uma Janela em Copacabana, de Luiz Alfredo Garcia-Roza. Na literatura, a personagem dela existe, mas o envolvimento dos dois é só sexo. Já, na série, o casal é apaixonado e o romance é um refúgio do universo tumultuado em que ambos vivem.

"É uma relação interessante porque, quando eles estão juntos, criam um universo paralelo. Ela não é só garçonete, é dona da galeteria, trabalha duro, é assediada. Ele também tem um cotidiano muito estressante. Juntos, os dois se afastam disso tudo", fala o ator.

Enquanto para ele não é fácil fazer cenas de sexo, Bianca afirma que, para ela, é uma cena como outra qualquer. "É tudo coreografado, depois de editado e sonorizado é que fica assim tão sedutor", diz a atriz.

paprica fotografia/divulgação

Otto Jr. (Ramiro), Domingos Montagner (Espinosa) e Paulo Verlings (Otávio) em cena

Sagrada Família

Montagner está escalado para a novela Sagrada Família, da Globo, que estrearia no horário nobre após A Regra do Jogo, mas foi adiada. No lugar, entrará a novela Velho Chico. A mudança o pegou de surpresa, já que o ator está terminando de rodar o longa-metragem Um Namorado Para Minha Mulher, em São Paulo, e se dedicaria à trama em seguida. "São as surpresas da vida que temos que nos adaptar", declara. 

Na novela da Globo, ele será o antagonista, mas diz que sabe pouco sobre o vilão, revela apenas que é um empresário do ramo financeiro.  "Os vilões são carismáticos e os dramaturgos estão escrevendo bem esses papéis. Eles estão cativando mais, mas não acho que o povo quer maldade. O povo quer fantasia, quer boas histórias", comenta o ator.

Introspectivo

Domingos Montagner concedeu essa entrevista ao Notícias da TV no dia da estreia da série, na última quinta-feira (15), em um evento em Copacabana, bairro da zona sul carioca do Rio de Janeiro que serve de cenário principal da trama. Ele se entregou ao papel de Espinosa em maio, assim que terminou a novela Sete Vidas, da Globo, em que fez o velejador Miguel.

Quando recebeu o convite, a primeira coisa que fez foi ler o romance de Garcia-Roza. "Achei o personagem muito difícil de construir porque ele tem traços muito mais psicológicos do que aparentes. Ele é reflexivo e introspectivo. A narrativa se passa justamente descrevendo o que ele está pensando."

SÉRGIO REZENDE/divulgação

Domingos Montagner com o escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza em evento no Rio

O trabalho de construção de Espinosa começou ainda na leitura do roteiro. A partir das descrições que estavam lá, o ator foi entendendo a "alma" do personagem, como ele pensa e age, por exemplo. Montagner conta que procura construir as origens do personagem, depois vai traçando sua personalidade até vislumbrar alguém que poderia ser real, que qualquer pessoa possa conhecer.

"Ele é um especialista, ele interroga, lê psicologia, sabe seduzir o interrogado, escuta discos, vai para o trabalho caminhando", descreve Montagner, que teve encontros com delegados de São Paulo e do Rio de Janeiro para montar "a base" de Espinosa.  

"Fui na delegacia de homicídios, que é a que mais se aproxima com a temática da série. Fui na Cidade da Polícia, onde busquei um treinamento especializado para trabalhar a postura e a parte técnica, tudo para dar um pouco mais de veracidade. É ficção, mas quis fazer de forma coerente", diz. 

Ao longo de oito episódios, Romance Policial - Espinosa trata de um caso que vai ser resolvido só no final. Para o ator, ler todos os episódios de uma vez e gravar de forma não cronológica foi o mais desafiador porque ele teve de dosar as emoções para não se adiantar aos acontecimentos. 

Já que não volta logo para TV aberta, ele conta que vai esperar as orientações da Globo para ver como fica sua agenda. "Por enquanto, vou curtir o Espinosa em casa."


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