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O que a Record precisa fazer para evitar mais carros de som em A Fazenda?

REPRODUÇÃO/RECORD

Imagem de Adriane Galisteu apresentando A Fazenda 13

Adriane Galisteu comanda A Fazenda 13; reality show sofreu mais uma vez com carro de som

PAOLA ZANON

paola@noticiasdatv.com

Publicado em 21/11/2021 - 6h30

A Fazenda 13 recebeu um participante conhecido da Record já há algumas temporadas: o carro de som. Pelo terceiro ano consecutivo, fãs conseguiram driblar a produção e enviar uma mensagem com informações externas aos peões --o que pode comprometer o andamento do jogo.

A ação geralmente parte das torcidas dos casais que se formam dentro do confinamento, ou dos que o público espera que sejam formados. No último dia 16, o fã-clube do ex-casal formado por Gui Araujo e Marina Ferrari enviou uma mensagem sonora pedindo para que eles ficassem juntos e tomassem cuidado com Dayane Mello.

Na 12ª edição, foram as "Sterellas", fãs de Stefani Bays e MC Mirella, que interferiram no jogo ao pedir para que a funkeira se afastasse de Biel e se reaproximasse da ex-MTV. Já em 2019, foi a torcida "Luriany", de Lucas Viana e Hariany Almeida, que deixou seu recado.

Rodrigo Carelli, diretor de núcleo de reality show da emissora, assegura todos os anos que a segurança em torno da sede em Itapecerica da Serra está cada vez mais reforçada. No entanto, ainda não foi reforçada o suficiente para evitar um de seus maiores inimigos.

Nesta temporada, por um momento até pareceu mesmo que a situação estaria controlada. A produção conseguiu barrar a primeira tentativa dos fãs de "Guirina" em outubro ao confinar rapidamente todos os peões na sede e colocar uma música bem alta, que até animou os confinados. Mas, se a Record realmente tivesse tudo sob controle, essa ação não seria necessária.

O que fazer?

A primeira --e mais óbvia-- solução seria reforçar a segurança em volta da sede a partir de uma distância suficiente para que o som dos carros não chegue aos ouvidos dos peões. Segundo o diretor, no entanto, isso já foi feito. 

Já que os fãs ainda conseguem driblar a equipe, a emissora de Edir Macedo deveria considerar uma solução mais drástica: mudar a sede de lugar mais uma vez. O endereço em Itapecerica da Serra é de fácil acesso e de conhecimento do público assíduo do reality rural.

Do mesmo jeito que a Record aluga estúdios e cenários isolados no Rio de Janeiro para as gravações de suas novelas, poderia fazer com seus realities. As locações são de difícil acesso e ficam longe da capital fluminense. Isso já encareceria mais ainda o valor aproximado de R$ 3.500 que os fãs se dispõem a pagar todos os anos, além de facilitar a segurança em volta.

Prova de que isso pode funcionar é que a Globo, que mantém a sede do Big Brother Brasil dentro de seus estúdios, nunca teve problemas com carros de som em 21 edições nem precisou mudar de endereço. As locações da Record no Rio de Janeiro são ainda mais distantes do que as de sua concorrente.


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