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OLHAR OTIMISTA

Sandra Annenberg desbanca dicionário e elege palavra-chave de 2020: 'Empatia'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Com um vestido vermelho, Sandra Annenberg está com as mãos entrelaçadas à frente do corpo no cenário do Globo Repórter

Sandra Annenberg à frente do Globo Repórter; apresentadora mantém otimismo mesmo após "ano impossível"

DANIEL FARAD, do Rio de Janeiro

vilela@noticiasdatv.com

Publicado em 4/1/2021 - 7h05

Um levantamento do dicionário britânico Collins mostrou que as pessoas passaram boa parte de 2020 com o termo lockdown (confinamento, em português) na ponta da língua. Sandra Annenberg vai na contramão e prefere manter um olhar mais otimista. A apresentadora aponta que a pandemia de coronavírus (Covid-19) nos ensinou o verdadeiro significado de outra palavra: empatia.

A âncora do Globo Repórter avalia que as medidas de isolamento social ensinaram os seres humanos a olhar o próximo com afeição. "Foi um ano de contradições. Nós ficamos tão fechado em nossas casas ao mesmo tempo em que eu, por exemplo, nunca olhei tanto para o outro", explica ela ao Notícias da TV.

A jornalista lembra que, ao usar uma máscara, cada indivíduo não está protegendo apenas a si mesmo, mas a toda a comunidade em seu entorno. "A gente fala muito em empatia, é a palavra da moda, mas dessa vez a gente sentiu de fato. Quem não pensou uma vez que fosse 'caramba, e se fosse comigo?'", afirma a mulher de Ernesto Paglia.

Em um momento em que os números de infecções e mortes pelo Sars-Cov-2 voltam a crescer em todo mundo, ela espera que os brasileiros não se esqueçam das lições aprendidas no início da crise sanitária. "Precisamos ser empáticos para sobreviver. Entendemos que se não cuidarmos do outro, não cuidamos também da gente", alerta.

Sandra elege as ruas vazias nos primeiros meses da pandemia como uma das imagens mais marcantes dos últimos 12 meses. "Outro ponto que bateu muito forte foi a gente precisar encarar governos negacionistas no meio de uma pandemia enquanto vidas ainda estão sendo perdidas. Só no Brasil, já passamos das 195 mil vítimas fatais", lamenta.

Ela também vê com perplexidade os ataques à comunidade científica, de pessoas que não dão crédito à eficácia ou à segurança das vacinas contra o vírus. "A gente precisa acreditar na ciência, não podemos ter dúvida. É uma questão que não pode ser politizada", analisa a paulistana.

As queimadas na Amazônia e no Pantanal ainda ficaram gravadas na sua memória, mas a repórter prefere se apegar aos lampejos de esperança de 2020 --a exemplo da eleição de Kamala Harris como vice-presidente dos Estados Unidos.

"Assistir ao discurso de vitória dela foi um dos momentos mais emocionantes. Uma mulher negra, de origem asiática, no segundo papel mais importante do mundo. Passa a sensação que estamos chegando lá, que finalmente vamos ficar ombro a ombro com quem decide", anima-se a mãe de Elisa Paglia, de 17 anos.


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