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Extreme Makeover

Principal reality de reformas do mundo chega ao Brasil com 'operação de guerra'

Reprodução/Instagram

O apresentador Otaviano Costa posa em casas sendo reformada no programa Extreme Makeover Brasil

Otaviano Costa na obra de uma das casas reformadas pelo programa Extreme Makeover Brasil

FERNANDA LOPES

Publicado em 10/3/2020 - 5h27

Formato considerado "mãe" de todos os outros programas de reformas e transformações residenciais que existem hoje, o Extreme Makeover estreia nesta terça (10) sua versão brasileira, no GNT. A atração mostrará mudanças completas e incríveis em dez casas, e para fazer essas transformações a equipe promoveu uma "operação de guerra".

Durante essa primeira temporada, dez residências serão reformadas, e cada obra tem de ser entregue aos moradores em dez dias. Além da equipe da TV, cerca de 250 profissionais de construção civil estão envolvidos neste trabalho.

"É um sistema diferente de captação, de gravação, deslocamento de equipe. Tem sol, chuva. Já foram usados 2 mil m² de alvenaria, uma tonelada de concreto. É um grande esforço que existe por trás para a gente entregar essa reforma em dez dias", afirma o diretor do programa, David Feldon. 

"E é contêiner na rua, cavalete, ambulância... Uma operação de guerra mesmo para fazer as batalhas darem certo", comenta o apresentador, Otaviano Costa. Ele precisou até tocar a campainha das casas ao redor das reformas para pedir desculpas aos vizinhos pela quebradeira.

As casas reformadas pela atração foram selecionadas pela produtora Endemol com base na viabilidade delas (em relação à documentação) e pelas histórias das famílias que se inscreveram. Os moradores frequentemente enfrentam perrengues absurdos em seus lares. Logo na primeira casa, por exemplo, a pia era escorada por panelas e a descarga do banheiro não funcionava havia oito anos.

"A cada casa você sai com uma reflexão, vê onde você está, como eles estão, como você pode encontrar no seu mundo a tal perfeição. É muito bonito, isso vai atingir diretamente o público que está em casa. O brasileiro tem uma vida muito dura. Quando você sai dessas casas, você pensa [na sua residência] com mais carinho", opina Otaviano Costa.

Segundo o arquiteto Duda Porto, que comandou os projetos de todas as casas, a ideia era não só entregar lares muito mais bonitos e modernizados, mas principalmente casas que atendessem às necessidades dos moradores. 

divulgação/gnt

Duda Porto e Otaviano Costa analisam projeto da obra de uma casa do Extreme Makeover


Versão brasileira

O Extreme Makeover é um formato que existe desde 2003 e já foi exportado para 34 países. Uma diferença marcante da versão brasileira em relação às internacionais é a dificuldade enfrentada pela equipe técnica na reformulação das casas.

As residências que eles reformaram aqui têm a característica antiga das paredes grossas, de alvenaria, algo bem distante das paredes de dry wall comuns nos Estados Unidos. Outro problema foram as infiltrações e o mofo, algo que acontece muito em casas brasileiras.

Mesmo assim, a equipe não desistiu de nenhum projeto, ainda que alguns tenham sido reformulados. Para os profissionais, o foco estava nas histórias das famílias. Otaviano Costa sente vontade de chorar só de lembrar o que viu nas casas.

"[O programa é a] Combinação de histórias, personagens e arquitetura. Tem casa que é só de homens, casa que é de família gigantesca, casa de mãe com dois filhos, casa que tem casal gay. É legal que a gente está conseguindo conceber o programa nessa visão moderna, cotidiana. E, por meio de um programa de televisão, deixar uma história, um legado, uma transformação na vida dessas pessoas", afirma.

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