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RECEITA INTERNACIONAL

Com prêmio maior, MasterChef Brasil volta mais estrangeiro do que nunca

Imagens: Divulgação/Band

A chef argentina Paola Carosella avalia prato de candidata na nova temporada do MasterChef - Imagens: Divulgação/Band

A chef argentina Paola Carosella avalia prato de candidata na nova temporada do MasterChef

LUCIANO GUARALDO

Publicado em 7/3/2017 - 5h47

Menos de três anos após sua estreia na Band, MasterChef Brasil chega hoje (7) à sua quarta edição cada vez menos fazendo jus ao "Brasil" de seu título: entre os 75 candidatos selecionados para encarar o júri nesta temporada, há um italiano, um tailandês, um paraguaio, um colombiano e um venezuelano. Todos disputam um prêmio de R$ 200 mil _até o ano passado, o ganhador levava R$ 150 mil.

A presença de estrangeiros não é novidade no reality culinário: na primeira temporada, o israelense Shlomi Asaf foi o primeiro eliminado; na segunda, a chinesa Jiang Pu roubou a cena com seu jeito peculiar de falar e conseguiu a terceira colocação; e, no ano passado, o taiwanês Lee Fu Kuang ficou em sexto lugar.

Ainda assim, a "invasão" internacional chama a atenção _especialmente quando é considerado que os chefs Paola Carosella e Érick Jacquin são argentina e francês, respectivamente. A direção do formato também fica a cargo de um argentino, Patrício Diaz, o Pato.

Para a apresentadora Ana Paula Padrão, a diversidade de participantes é uma das marcas do MasterChef Brasil. "O programa é um leque da sociedade brasileira, tem gente que vem de todos os lugares, com todas as personalidades possíveis", aponta.

Para manter o suspense da nova temporada, a Band não informa quantos dos cinco estrangeiros ficarão entre os 21 finalistas da edição. Desta vez, a seleção será feita de forma diferente: os 75 selecionados apresentarão seus pratos a Paola, Jacquin e o brasileiro Henrique Fogaça. Os jurados selecionarão 40 para seguir em frente.

Os sobreviventes vão duelar entre eles, sozinhos ou em duplas, com embates específicos. "Há o desafio da massa, da sobremesa, da cozinha caipira, oriental, entre outros", adianta Pato, o diretor. Os 20 vencedores avançam, e um 21º será escolhido em uma prova de repescagem com os quatro melhores cozinheiros eliminados anteriormente. Os 21 serão conhecidos apenas no dia 20 de março.

Henrique Fogaça, Paola e Érick Jacquin no MasterChef Brasil: cozinha nada amadora 

Nível profissional
Depois de uma temporada com cozinheiros profissionais, Paola jura que voltar aos amadores não faz o nível da competição cair. Pelo contrário. "Eles apresentam pratos que nem eu faço na minha casa. Você imagina que um cozinheiro amador vai apresentar comida gostosa, caseira, mas levam comida de restaurante. Uns três pratos que nos apresentaram você não encontra nem em restaurante", elogia a chef.

Ana Paula conta que, como o nível dos candidatos cresceu muito, a produção também elevou a dificuldade das provas. "Na primeira temporada, tinha tarefas mais simples, como preparar um peito de frango. Hoje, isso não basta mais", conta ela. Jacquin confessa que consegue perceber o potencial dos participantes nos mínimos detalhes: "Você vê no jeito que a pessoa segura a faca, como fatia os legumes, até como veste o avental".

A apresentadora tem se surpreendido com o que vê nas gravações do programa: "Eu sou cozinheira de fim de semana, tenho minhas seis receitinhas que fazem sucesso com os amigos. No primeiro ano, eu via os pratos e pensava que conseguia repetir aquilo. Agora, eu não tenho ideia sequer de sobre o que eles estão falando (risos)".


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