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Programação 2017

Após tragédia, Globo adia estreia de série sobre empresa aérea falida

Reprodução/Instagram

Atrizes da Globo gravam cena de Brasil a Bordo, série que estrearia no final de janeiro - Reprodução/Instagram

Atrizes da Globo gravam cena de Brasil a Bordo, série que estrearia no final de janeiro

DANIEL CASTRO

Publicado em 15/12/2016 - 10h17
Atualizado em 15/12/2016 - 12h45

Prevista para estrear no final de janeiro, nas noites de quinta-feira, a série Brasil a Bordo foi adiada para o segundo semestre de 2017. A direção da Globo chegou à conclusão que não seria bom exibir, apenas dois meses após a tragédia com o time da Chapecoense, uma comédia sobre uma empresa aérea falida, conhecida por pregar sustos em passageiros e tripulantes. Amor & Sexo será deslocado dos sábados para ficar com o horário da série.

A Globo, oficialmente, diz apenas que Brasil a Bordo não "está prevista" para o primeiro trimestre. No início de novembro, no entanto, executivos da emissora anunciaram a produção como um dos próximos títulos do catálogo da plataforma on-line Globo Play. Estaria disponível no final de janeiro. Diretor de programação da emissora, Amauri Soares confirmou a estreia da série no primeiro trimestre, mas sem revelar data.

Criada por Miguel Falabella, a produção é uma comédia escrachada sobre empresa aérea que quebra por causa de dívidas trabalhistas. A companhia, chamada de Piorá Linhas Aéreas, passa então a operar precariamente, sob o controle dos funcionários.

As gravações já estão bem avançadas. Estão no elenco o próprio Miguel Falabella, Arlete Salles e Luiz Gustavo, entre outros. Marcos Caruso entrou no mês passado, substituindo Ney Latorraca, que se recusou a regravar alguns episódios.

Chapecoense
O avião que transportava jogadores e delegação da Chapecoense caiu no último dia 28, próximo a Medellín, na Colômbia, onde o time disputaria sua primeira final de um torneio continental, a Copa Sulamericana, contra o Atlético Nacional. Setenta e uma pessoas morreram. A principal suspeita é a de que a aeronave, da empresa boliviana Lamia, tinha pouco combustível.


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