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La Casa de Papel: Netflix descarta fim da franquia com spin-off e remake

Divulgação/Netflix

Pedro Alonso em cena de La Casa de Papel

Pedro Alonso interpretou Berlim em La Casa de Papel; personagem vai ganhar série derivada

ANDRÉ ZULIANI

andre@noticiasdatv.com

Publicado em 4/12/2021 - 6h20

A Netflix não vai deixar os fãs de La Casa de Papel (2017-2021) ficarem órfãos da série. Antes mesmo da estreia dos episódios finais da quinta e última temporada, a gigante do streaming já havia anunciado um spin-off centrado no queridinho do público Berlim (Pedro Alonso) e um remake sul-coreano com Park Hae-Soo, um dos astros de Round 6.

Com as novidades bombásticas confirmadas pela Netflix, o que parecia ser o fim iminente da franquia foi descartado. O remake sul-coreano tem estreia prevista já para o ano que vem, enquanto Berlim é aguardada para 2023. Ou seja, o universo de La Casa de Papel está mais vivo do que nunca.

Não foi confirmado, contudo, se a versão asiática será situada no mesmo universo da original. Com exceção da escalação de Park Hae-Soo e o ano de lançamento, a Netflix não deu detalhes de o que os fãs podem esperar da nova série. Apesar de improvável, não se pode descartar que personagens da série original sejam aproveitados --mesmo que em pequenas participações ou referências.

O mesmo não pode ser dito de Berlim. O derivado focado no irmão do Professor (Álvaro Morte) também não teve detalhes revelados, mas os eventos da série sugerem que a nova produção se trata de um prelúdio --ou seja, se passará antes da primeira temporada de La Casa de Papel.

REPRODUÇÃO/NETFLIX

Park Hae-Soo em vídeo da versão sul-coreana

Park Hae-Soo em vídeo da versão sul-coreana

A especulação em torno de Berlim ser um prelúdio (ou prequel) se deve ao fato de que o personagem foi morto no fim do segundo ano, voltando a aparecer nas temporadas seguintes apenas em flashbacks. No entanto, isso não descarta totalmente a possibilidade de aparição de rostos conhecidos de La Casa de Papel.

Como a quarta e a quinta temporadas revelaram, Berlim já tinha um relacionamento com Palermo (Rodrigo de La Serna), Marselha (Luka Peros) e Bogotá (Hovik Keuchkerian) antes de se aventurar no roubo da Casa da Moeda. Isso sem contar no fato de o malandro ser irmão do Professor.

O quinto ano também introduziu Rafael (Patrick Criado), filho de Berlim que, ao lado de Tatiana (Diana Gómez), também ganhou gosto pela vida bandida. Em um dos episódios do volume um, o jovem se aventura com o pai, Marselha e Bogotá para aplicar um roubo na Dinamarca.

Álex Pina, criador de La Casa de Papel, nunca descartou a possibilidade de produzir spin-offs após o encerramento da série. A trama deixa espaço para que novas histórias --sejam no passado ou no futuro-- possam ser exploradas com o retorno de vários personagens amados pelo público.

Se Berlim repetir o sucesso da série mãe, certamente a Netflix irá estudar a possibilidade de criar novos spin-offs centrados em outros personagens. Rafael e Tatiana são novos e já mostraram que têm uma equipe própria para aplicar golpes.

Outra oportunidade para a gigante do streaming seria repetir a fórmula de Berlim e produzir outras séries prelúdio focadas em personagens populares que já morreram no universo de La Casa de Papel. Tóquio (Úrsula Corberó) e Nairóbi (Alba Flores) são bons exemplos de quem poderia alimentar a fome dos fãs por mais histórias da franquia. No caso da segunda, há um espaço de tempo que ela passou com Helsinki (Darko Peric) a ser explorado para outras narrativas.

Seja qual for o futuro da franquia, é certo que La Casa de Papel foi um marco na história da Netflix e abriu as portas para outros grandes sucessos espanhóis da plataforma. Um feito que só voltaria a ser repetido por Round 6, cujo fenômeno colocou outras produções sul-coreanas no radar de assinantes em todo o mundo.

Assista ao trailer do Volume 2 da Parte 5 de La Casa de Papel:

Veja também os anúncios das novas séries da franquia:


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