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Candidata a série do ano, Killing Eve chega ao Brasil: 5 motivos para assistir

Imagens: Divulgação/BBC

Sandra Oh (ex-Grey's Anatomy) em imagem da série Killing Eve; elogiado drama britânico chega ao Brasil  - Imagens: Divulgação/BBC

Sandra Oh (ex-Grey's Anatomy) em imagem da série Killing Eve; elogiado drama britânico chega ao Brasil

JOÃO DA PAZ - Publicado em 01/11/2018, às 05h14

Série britânica que conquistou a mídia americana, Killing Eve finalmente chegou ao Brasil. A partir desta quinta (1º), os oito primeiros episódios do drama de espionagem, produzido pela BBC America, estão disponíveis aos assinantes do Globoplay, plataforma de streaming da Globo. Liderada por Sandra Oh (ex-Grey's Anatomy), a atração é imperdível. Sandra vive uma agente secreta na caça de uma serial killer charmosa.

Killing Eve é uma excelente pedida para o feriadão. Confira cinco motivos que fizeram dela a série novata de 2018 mais bem avaliada pela imprensa dos Estados Unidos, de acordo com o site Metacritic (teve nota 83 de 100):

Sandra Oh gente como a gente
Quatro anos depois de aposentar o jaleco da médica Cristina Yang em Grey’s Anatomy, Sandra Oh brilha em Killing Eve. Pela sua atuação como a agente Eve Polastri, do serviço de inteligência do Reino Unido, ela conseguiu um feito: foi a primeira atriz de origem asiática indicada ao Emmy como protagonista de drama.

É muito fácil se identificar com Eve, mesmo ela sendo uma agente secreta. A personagem, que se parece mais com uma pessoa qualquer, dispara pérolas ao longo dos episódios, como "Não paquero desde os anos 1990" e sincerídios do tipo "É lindo, mas fede" ao ver o bebê de um amigo. A personalidade comum de Eve a faz ser gente como a gente.

Humor inglês na medida
O humor perfeito de Killing Eve tem uma razão de ser. A série, inspirada em um livro chamado Codename Villanelle (2018), foi adaptada para a TV por Phoebe Waller-Bridge, criadora da hilária e premiada Fleabag, disponível na Amazon. Phoebe escreveu metade dos episódios e conseguiu uma indicação ao Emmy.

Sempre que a série mergulha em um momento de tensão, entra o humor para amenizar o clima, seja com uma anedota sobre ratos nas ruas de Londres ou com piadas sobre salsichas, de alto teor sexual. Incrivelmente engraçada, Killing Eve provoca mais risos do que muita comédia por aí.

A britânica Jodie Comer rouba a cena ao viver a enigmática e sangue-frio assassina Villanelle 

A magia de Jodie Cormer
O público que assiste a Killing Eve para ver Sandra Oh ganha um bônus: a atuação hipnotizante de Jodie Comer. A loira de 25 anos chegou a ser cotada por especialistas para aparecer no Emmy deste ano. Ela interpreta Villanelle, serial killer que deixa um rastro de sangue por várias cidades da Europa e vira a obsessão de Eve, determinada em capturá-la.

Experiente na TV britânica, Jodie chegou como surpresa em Hollywood. Cheia de caras e bocas, ela acerta no alvo ao interpretar com rara felicidade a assassina de aluguel, a ponto de levar o público a torcer para que ela sempre se dê bem. Divertida ao mesmo tempo em que é terrivelmente assustadora, a psicopata Villanelle é uma das melhores vilãs do mundo das séries.

Pega-ladrão requintado
Dos livros ao cinema, não faltam histórias de espionagem. O que faz Killing Eve ser especial, então? A série reúne todos os elementos do clássico pega-ladrão e os amarra sem deixar passar nada em branco. Não há um episódio sequer sem momentos tensos entre Eve e Villanelle, que percorrem cidades europeias como Moscou (Rússia) e Bucareste (Romênia) num jogo de gato e rato.

Música, fotografia, direção...
Tecnicamente, Killing Eve é bela. Todos os aspectos de produção receberam um cuidado meticuloso, e o resultado são capítulos deslumbrantes. Quem dá um show no figurino é Villanelle, que precisa se disfarçar para cometer seus assassinatos (de shortinho jeans a vestido rosa espalhafatoso). A música também se destaca, servindo como uma descrição cantada das cenas mais importantes.

Como a série passeia pela Europa, o público irá se deparar com cenários de tirar o fôlego de Paris (França), Viena (Áustria), Toscana (Itália), entre outros. Por fim, a direção das cenas de ação capta com maestria a essência de Villanelle. 


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