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LEA DELARIA

Atriz de Orange Is the New Black vira 'lésbica drag' em série com Santoro

Divulgação/AMC

Lea DeLaria tem uma peruca armada, um paletó preto com uma flor vermelha, luvas nas mãos e uma bengala

Lea DeLaria com a peruca extravagante de Queenie em cena da série Reprisal, que estreia no AMC

LUCIANO GUARALDO

luciano@noticiasdatv.com

Publicado em 12/7/2021 - 6h40

Conhecida por interpretar a Big Boo em Orange Is the New Black (2013-2019), Lea DeLaria volta à TV nesta segunda-feira (12) com a série Reprisal, em que contracena com Rodrigo Santoro. Na pele de Queenie, a atriz pode se montar com maquiagem carregada, perucas bufantes e muito brilho --algo que ela adora fazer em cena. "Sou uma sapatão com alma de drag queen", brinca.

A personagem de Lea é a gerente de um clube burlesco, com apresentações musicais e performances de mulheres bonitas em trajes mínimos. Mas Queenie também é a mestre de cerimônias do espaço, o que permite à sua intérprete a chance de subir no palco e usar as habilidades que acumulou ao longo da vida, tanto em shows de comédia stand-up quanto em apresentações de jazz.

"Eu busco o fato de ter vivido nos palcos o tempo todo quando preciso fazer essas cenas. E acho que isso me ajuda, tenho algo que outros atores que não fizeram teatro ou stand-up não têm. Eu largo na frente quando interpreto alguém que está no palco", valoriza ela em conversa com o Notícias da TV.

Queenie, porém, é mais do que apenas uma figura performática. Nos bastidores, ela age como uma figura maternal para as garotas do clube, e não tem medo de encarar os homens perigosos da gangue Banished Brawlers pela segurança de suas meninas --eles, inclusive, têm medo da gerente.

"Eu gosto muito dessa dualidade da personagem. Porque, muitas vezes, a gente recebe personagens unidimensionais e precisa transformá-los em pessoas. No caso de Reprisal, estava tudo no roteiro. Os humanos são complicados na vida real, por que não podem ser em uma série também?", questiona Lea.

Queenie é maternal com as meninas, e mesmo com os Brawlers, há um pouco de maternidade. Mas, se eles fazem algo errado, ela não tem medo de confrontá-los. Eu adoro o fato de que você passa boa parte da série se questionando por que esses homens têm medo da Queenie. E aí, quando revelam o motivo, você percebe que temeria ela também (risos).

Homossexual assumida e pioneira entre os comediantes LGBTQ+, a atriz de 63 anos valoriza que Reprisal coloque as mulheres como as personagens mais fortes da história. "São muitos homens, são gangues, mas as mulheres são quem têm o poder. Todas nós. E não é um feminismo explícito, escancarado. É uma coisa sutil, muito única, mas muito real. Não dá para ver a série e não perceber que quem manda somos nós!"

Com dez episódios, a primeira temporada de Reprisal estreia nesta segunda-feira (12), às 22h, no canal pago AMC. Confira o trailer da produção:


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