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SEM CORTES

A Favorita estreia à tarde com 'vaca', peladona em comício e agarração

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Claudia Raia, caracterizada como Donatela, tem a expressão angustiada em cena de A Favorita

Durante um surto de raiva, Donatela (Claudia Raia) proferiu um "vaca" em alto e bom som

SABRINA CASTRO

sabrina@noticiasdatv.com

Publicado em 16/5/2022 - 18h57

Exibida originalmente no horário nobre, A Favorita (2008) voltou ao ar nesta segunda-feira (16), agora às 17h05, na Globo. A trama será reapresentada praticamente na íntegra, apesar das cenas consideradas violentas para o horário. Prova disso está no primeiro capítulo, que contou com nudez, pegação e até um "vaca" em alto e bom som --cenas impensáveis para irem ao ar às tardes até muito pouco tempo atrás.

As emissoras evitavam a exibição de cenas "inadequadas" para menores de 14 anos na programação vespertina até 2016. A mudança veio quando o STF (Supremo Tribunal Federal) declarou inconstitucional a obrigatoriedade das empresas seguirem a classificação indicativa em sua grade.

Em uma das primeiras cenas do folhetim de João Emanuel Carneiro, Donatela (Claudia Raia) ficou desesperada quando Flora (Patricia Pillar) saiu da cadeia. A perua contratou um detetive para seguir a ex-detenta, mas ele perdeu a loira de vista. Foi o suficiente para a dondoca surtar.

"Você vai encontrar ela sim, porque se você não encontrar essa vaca eu como seu fígado. Estamos entendidos?", declarou a patricinha, com os nervos à flor da pele. Desesperada, ela pressionou Silveirinha (Ary Fontoura) pelo paradeiro de Lara (Mariana Ximenes), sua filha.

Mas a mocinha estava muito bem acompanhada por Cassiano (Thiago Rodrigues), com quem protagonizou uma bela pegação na mesa do escritório. Como a moça é herdeira do império de papel e celulose em que o namorado trabalha, ela se mostrou bem à vontade no espaço.

Na sequência, Alicia (Taís Araujo) fez um protesto inusitado no comício do próprio pai, o poderoso político Romildo Rosa (Milton Gonçalves). A dondoca simplesmente tirou toda a roupa e ficou peladona na frente de todo mundo --tudo para ofuscar as propostas políticas do pai, com quem vive em pé de guerra.

As bandeiras do Brasil e as roupas em verde e amarelo, aliás, fizeram alguns internautas lembrarem dos eventos promovidos pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). "Bolsonaro plagiou as cores do Romildo", declarou uma internauta identificada como Pri, por exemplo.

Passagem de ônibus a R$ 2,30

Outro detalhe chamou a atenção dos espectadores: o preço da passagem de ônibus. Em 2008, Flora conseguiu embarcar no transporte público com míseros R$ 2,30. Hoje em dia, a tarifa de ônibus em São Paulo, cidade em que o folhetim é ambientado, custa R$ 4,40.

Veja as reações dos internautas com a estreia:

A novela de João Emanuel Carneiro dividirá a faixa da tarde com os capítulos finais de O Clone. O folhetim será reprisado quase na íntegra e só tem previsão para chegar ao fim em 2023.


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