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Sob nova direção

Presidente da Turner diz que boato sobre fim do Esporte Interativo é 'estúpido'

Foto: FC Barcelona

Neymar na goleada do Barcelona sobre o PSG na Champions, exibida pelo Esporte Interativo - Foto: FC Barcelona

Neymar na goleada do Barcelona sobre o PSG na Champions, exibida pelo Esporte Interativo

DANIEL CASTRO

Publicado em 21/3/2017 - 6h15

Respectivamente presidente internacional e presidente da Turner na América Latina, Gerhard Zeiler e Whit Richardson vieram ao Brasil para acalmar os funcionários e negar rumores de que a programadora de TV paga da Time Warner estaria esvaziando suas operações no país e revendo os investimentos em direitos esportivos e nos canais Esporte Interativo.

Os boatos surgiram depois da demissão, na semana passada, de alguns dos principais executivos da Turner no Brasil: o gerente geral, Gustavo Diament, o vice-presidente de canais de entretenimento, Rogério Gallo, e a diretora de conteúdo infantil, Daniella Vieira. Ontem (20), houve mais uma baixa na cúpula local: o vice-presidente de marketing, Richardson Nelson, também foi despedido.

Em reunião ontem de manhã com os colaboradores da Turner no Rio de Janeiro, onde fica a operação do Esporte Interativo, Whit Richardson classificou de "estúpidas" as notícias de que o canal está com seu futuro ameaçado.

Richardson enfatizou que a Turner continuará investindo no Brasil e, principalmente, em esportes. Disse que o país é o principal mercado da Turner depois dos Estados Unidos e que nada vai mudar na estratégia adotada até agora. "Não há nada mais importante para a Turner no Brasil e no mundo do que o esporte", falou.

Desde 2014, a programadora tem atuado agressivamente no mercado esportivo brasileiro. Comprou os canais Esporte Interativo, os direitos da Champions League para TV paga e passou a disputar com a Globo/Sportv o Brasileirão a partir de 2019. Fechou com dois clubes importantes, o Palmeiras e o Santos. Estima-se que a Turner já gastou mais de R$ 1 bilhão com o futebol no Brasil.

Sobre a demissão de Gustavo Diament, Rogério Gallo, Daniella Vieira e Richardson Nelson, Whit Richardson falou que foram cortes isolados, apenas na alta chefia nacional, porque está um novo perfil de liderança.

Ele deixou evidente que havia um conflito da direção internacional com a cúpula da Turner no Brasil ao usar uma referência ao futebol. Disse que a programadora é como um time de futebol que precisa de um técnico agregador, que faça o time jogar, que não queira aparecer mais do que os jogadores.

Nomeado na semana passada consultor estratégico da Turner no Brasil, o especialista em TV por assinatura Antonio Barreto também participou da reunião no Rio. Ele informou que terá a missão de assessorar os líderes internacionais na adoção de novos modelos de negócios no país.

Nesta terça, os mesmos executivos participarão de encontro com os funcionários da Turner em São Paulo.

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