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VAI DAR BRIGA?

Cade 'pede bênção' de Globo e Disney para aprovar fusão WarnerMedia/Discovery

DIVULGAÇÃO/GLOBO

Ricardo Waddington com o terno preto e posando em frente do MG4, o maior estúdio dos Estúdios Globo

Ricardo Waddington, diretor artístico da Globo: emissora vai falar se é a favor ou contra fusão

GABRIEL VAQUER, colunista

vaquer@noticiasdatv.com

Publicado em 25/10/2021 - 13h18

O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu consultar concorrentes da WarnerMedia e Discovery, como Globo, Netflix e Disney, além de operadoras de TV paga, para saber se elas são a favor ou contra a aprovação sem restrições da fusão entre as duas empresas. Caso elas não encontrem problemas e "deem a benção", o processo será mais curto e tranquilo.

Segundo apurou o Notícias da TV, que teve acesso a documentos do órgão governamental, os conglomerados de mídia têm até dez dias úteis para responder um questionário enviado pelo Conselho. Entre as perguntas, estão porcentagem de participação no mercado que atuam e se o negócio analisado trará consequências graves, como monopólio em algum setor de TV paga.

Normalmente, as concorrentes costumam ser bastante críticas para fusões deste tipo. A Globo foi contra a união de Disney e Fox quando consultada pelo Cade em 2018, por exemplo. A emissora brasileira alegou que as empresas iriam virar uma gigante difícil de bater no setor esportivo.

Será também a primeira vez que a Disney se manifestará em um processo no Cade desde a aprovação do seu negócio com a Fox, em maio de 2020. As empresas precisam mandar duas versões de resposta ao Cade: uma pública e outra com acesso restrito, com dados confidenciais.

O maior argumento contra a fusão WarnerMedia/Discovery está o fato de as duas empresas terem 31,7% do mercado de canais da TV paga no momento. Se levados em conta apenas os canais infantis, a participação dispara: chega a 52,4%, a maior entre os grandes players. É um índice muito acima, por exemplo, do que Disney e Fox detinham no Brasil na época em que o Cade analisava o caso.

Vale pontuar que associações de TV por assinatura, como a Neo TV, além de operadoras, já se posicionaram contra a aprovação da fusão sem uma análise mais profunda do caso. 

A fusão WarnerMedia e Discovery

Sob o nome Warner Bros. Discovery, a fusão das duas empresas tem como foco o investimento na área de streaming. Essa oferta vai pegar produtos da WarnerMedia, como as franquias Harry Potter e filmes da DC, além do canal de notícias CNN e programação esportiva, e combiná-los com os canais como HGTV e TLC. O negócio foi fechado no valor de US$ 43 bilhões (R$ 131 bilhões).

Com a fusão, a Warner Bros. Discovery ficará responsável por canais da TV por assinatura como HBO, CNN, Cartoon Network, Food Network, TNT, TBS, TCM, TLC, Animal Planet, Investigação Discovery, e claro, a própria Warner. O objetivo é fazer frente aos concorrentes Netflix e Prime Video, principalmente. 


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