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SETE ESCRAVOS

Após animação natalina, Rodrigo Santoro vira traficante de pessoas na Netflix

REPRODUÇÃO/NETFLIX

O ator Rodrigo Santoro em entrevista da animação Klaus, da Netflix

Rodrigo Santoro em entrevista da animação Klaus, da Netflix, em que dublou Jasper; ator está em novo projeto

REDAÇÃO

Publicado em 11/3/2020 - 8h24

Rodrigo Santoro será um traficante de pessoas em Sete Escravos, filme da Netflix que começou a ser gravado nas últimas semanas. O ator já estreou na plataforma de streaming após dublar o personagem Jesper da animação natalina Klaus (2019), lançada em novembro do ano passado. Christian Malheiros, de Sintonia, também estará no longa.

De acordo com a coluna de Patrícia Kogut, do jornal O Globo, Santoro interpretará um vilão da história. O filme é fruto de uma parceria da Netflix com a produtora independente O2 Filmes e é dirigido por Alex Moratto, que trabalhou no longa Sócrates (2018). 

Astro em Westworld, Rodrigo Santoro "virou a casaca" e fez sua estreia no serviço de streaming ao emprestar sua voz para o protagonista de Klaus. O projeto, assim como o drama da HBO, esconde segredos para o público que busca mais do que uma mera diversão.

"É quase um Cavalo de Troia às avessas", definiu Santoro em entrevista ao Notícias da TV na época de lançamento. "Você começa a ver como uma coisa engraçada, fofinha, e depois o filme revela que tem muito mais por trás daquilo. A criança vai rir, vai parar na primeira análise. Mas, de repente, o pai pode terminar de ver tocado. E que bom, é para isso que a gente trabalha. Para entreter, mas também para provocar reflexões", filosofou o ator de 44 anos.

No longa dirigido pelo espanhol Sergio Pablos (que tem passagem pela Disney e criou a franquia Meu Malvado Favorito), Jesper é um riquinho mimado que nunca quis fazer nada da vida. Sem saber o que fazer com o filho, seu pai o despacha para ser carteiro na pequena cidade de Smeerensburg, uma ilha no Ártico que serve de moradia para duas famílias que vivem em guerra.

A missão de Jesper é convencer os moradores a enviarem 6 mil cartas em um intervalo de ano --uma tarefa difícil, já que as pessoas da cidade sequer trocam palavras, que dirá mensagens escritas. Tudo muda quando ele conhece Klaus (Daniel Boaventura), um velho antissocial que fabrica brinquedos de madeira em sua oficina.

Com muito senso de humor, a história cria justificativas para alguns dos mitos que envolvem a figura do Papai Noel, como o trenó com renas voadoras, o motivo de ele entrar nas casas pelas chaminés e por que crianças que não se comportam durante o ano ganham um pedaço de carvão no lugar dos brinquedos que desejam.

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