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INVESTIGAÇÃO

Celular de Alec Baldwin vai servir de prova para morte de diretora em set

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

De camiseta preta, Alec Baldwin está com a boca aberta e olha para a câmera

Alec Baldwin em vídeo publicado no Instagram; celular do ator será usado em investigação de morte em set

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 16/12/2021 - 22h05

Alec Baldwin terá que entregar seu celular à polícia após a morte da cinematógrafa Halyna Hutchins (1979-2021). Investigadores afirmam que o aparelho pode conter provas importantes para a investigação que busca esclarecer o que aconteceu de fato no set do filme Rust, local onde o ator disparou um tiro acidental que matou a colega de trabalho e feriu o diretor do longa, Joel Souza. 

O Departamento de Polícia de Santa Fé solicitou a um juiz do Novo México a assinatura de um mandado de busca e apreensão ao telefone móvel do artista. De acordo com o site TMZ, o pedido foi aceito.

Segundo a publicação, Baldwin assumiu que havia trocado mensagens com a armeira Hannah Gutierrez-Reed. As informações indicam que os dois haviam conversado sofre armas e facas usadas no set, momento em que o ator solicitou uma "arma maior". 

Relembre o caso

Em 21 de outubro, Alec Baldwin disparou acidentalmente uma arma carregada durante um ensaio para o filme Rust. O tiro matou a diretora de fotografia Halyna Hutchins e feriu o diretor do longa, Joel Souza. O ator nega esta versão e diz que nunca apertou o gatilho.

A polícia confiscou os itens do set e os encaminhou para o laboratório do FBI , a polícia federal dos EUA. Um dos principais investigados é David Hills, assistente de direção e responsável por lidar com as armas no set --ele confirma a versão de que Baldwin nunca apertou o gatilho.

Já em 9 de dezembro, o ator usou as redes sociais para negar a teoria de que havia ambiente tóxico e más condições no set onde ocorreu o acidente. Ele publicou uma carta assinada por 24 funcionários da equipe de produção do filme. "Reconhecemos que nenhum set é perfeito e, como qualquer produção, Rust tinha áreas de brilho e áreas que eram mais desafiadoras", diz o comunicado conjunto.

"Embora estejamos firmes com nossos sindicatos e apoiemos fortemente a luta por melhores condições de trabalho em nosso setor, não sentimos que esta foi uma representação das condições contra as quais nossos sindicatos estão lutando."

A carta diz que os "poucos descontentes" membros da equipe que abandonaram o filme antes da tragédia "não representam a opinião de todos". O trecho diz respeito aos funcionários que pediram demissão da produção alegando promessas não cumpridas, jornadas de trabalho de 12 horas e pagamentos aquém do desejado.

As descrições de Rust como um local de trabalho caótico, perigoso e explorador são falsas e desviam o foco do que é mais importante: a memória de Halyna Hutchins e a necessidade de encontrar alternativas modernas para armas de fogo obsoletas e práticas de segurança da indústria.

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