Estreia hoje na Band

Paulo Miklos esconde lado vilão no X Factor: 'Sou terrível e amável'

Fotos Kelly FuzaroDivulgação

O músico Paulo Miklos durante audição da versão brasileira do programa X Factor - Fotos Kelly FuzaroDivulgação

O músico Paulo Miklos durante audição da versão brasileira do programa X Factor

MÁRCIA PEREIRA - Publicado em 29/08/2016, às 05h44

Paulo Miklos estreia como jurado da versão brasileira de X Factor, no ar na Band e na TNT a partir desta segunda-feira (29). Ele afirma que está aprendendo sua nova função. "Me coloco no lugar da pessoa, me vejo no palco pela primeira vez, assustado, mas com o desejo de vencer. Sou terrível e amável. Digo não como ninguém", diz. O ex-Titã afirma que é o jurado mais "morde e assopra" da atração. Seu lado carrasco? Ele deixa para exercer na ficção.

O próximo trabalho de Miklos como vilão é na série inédita A Lei, do canal Space, em que faz um policial mau-caráter. "Ainda não sei a data de estreia. Lá sou um policial corrupto, com essa minha carinha já dá para ver que coisa boa o personagem não vai ser. É uma delícia fazer vilão, é mais denso, sempre tem algum problema que o público demora para identificar", conta o cantor. Sua primeira experiência como malvado foi no filme O Invasor, de 2001.

A apresentação do programa está nas mãos da atriz Fernanda Paes Leme, e o time de jurados é formado por Alinne Rosa, Di Ferrero, Rick Bonadio e Miklos. Serão 26 episódios exibidos durante 13 semanas. Na Band, as exibições serão às segundas e quartas, às 22h30. O material será reprisado na TNT às terças e quintas, às 20h30.

"É um grande desafio e gosto desse tipo de sair da minha zona de conforto e poder aprender novas coisas. Aqui me lembro de quando fui a primeira vez na TV cantar Sonífera Ilha [com a banda Titãs] e ninguém conhecia a canção, que depois virou hit. Eu sou um músico que canta samba, tenho um espectro largo. Não tenho preconceito com estilo. É por aí que serei como jurado", comenta.

Ele diz que está aberto não só para ser jurado. Até para fazer novela Miklos diz estar disponível. Suas últimas atuações nas telonas foi na franquia Carrossel, e apesar de sua experiência em Bang Bang (2005), da Globo, não ter sido boa, Miklos declara que agora busca tudo que é diferente na sua vida. "Tudo agora, para mim, é inaugural. Vou fazer o primeiro disco de carreira individual para lançar o ano que vem", adianta o artista, que deixou a banda Titãs recentemente.

Sem atuação

Para Miklos, X Factor é uma oportunidade de se mostrar sem dramatizações. Ele afirma que tem tido muito cuidado ao dizer "não" para um candidato. O respeito pela pessoa que busca seu sonho no programa é fundamental. "Quero que a minha experiência e a deles sejam enriquecedoras. Vou falar palavras firmes, contribuições importantes. Tem partipações fantásticas, como garotos de 16 anos e homens e mulheres que já têm uma carreira na música. O respeito é a palavra-chave."

Alinne Rosa diz que Miklos tende a ser o jurado mais querido. "Ele é fofo, mas é preciso no que fala", diz. Rick Bonadio afirma que nenhum dos jurados vai ser carrasco. "Tem grupos vocais interessantes. Na hora de treinar, temos uma gama de possibilidades maior para tirar o melhor do futuro artista", reforça.

 

Time X Factor: Paulo Miklos, Di Ferrero, Fernanda Paes Leme, Alinne Rosa e Rick Bonadio

X Factor estreia com dez anunciantes em diferentes cotas de patrocínio. É um produto que chega à TV bem-sucedido no lado comercial. Os parceiros envolvidos devem fazer uma segunda temporada, mas ainda não confirmam isso porque sempre depende também da recepção do público, da audiência.  

O programa começa com as audições. São oito edições em que os candidatos realizam apresentações para os jurados diante de uma plateia. O júri escolhe cem candidatos e os divide em quatro categorias. Depois, vem a segunda fase: o centro de treinamento. Nela, cada jurado será mentor de uma categoria. Os competidores serão confinados em um spa e participarão de diferentes dinâmicas. Dos 25 participantes selecionados de cada categoria, apenas dez seguirão adiante.

Aí vem a fase do desafio das cadeiras, em que o mentor da categoria escolhe quem merece sentar em uma das quatro cadeiras disponíveis. E, por último, os shows ao vivo. Dezesseis finalistas se apresentarão ao vivo, com bailarinos, músicos e efeitos especiais. São dez episódios de shows, e a preferência do telespectador é que vai definir quem continua na competição. O vencedor assinará um contrato com a gravadora Sony Music para lançar um álbum.


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