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Morre aos 95 anos a atriz Tônia Carrero, consagrada na TV e referência de beleza

Divulgação/Globo

Tônia como Madame Berthe Legrand em Senhora do Destino (2004), seu último papel na TV - Divulgação/Globo

Tônia como Madame Berthe Legrand em Senhora do Destino (2004), seu último papel na TV

REDAÇÃO

Publicado em 4/3/2018 - 8h25

Morreu na noite de sábado (3), aos 95 anos, a atriz Tônia Carrero (1922-2018). Ela estava internada desde sexta para tratar uma úlcera no sacro e não resistiu a uma parada cardíaca durante cirurgia para troca de curativo, de acordo com depoimento de Luísa Thiré, neta de Tônia, à GloboNews. O velório da atriz, que teve mais de 50 anos de carreira na televisão, aconteceu neste domingo (4) no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Desde 1999, Tônia sofria de hidrocefalia, quando há excesso de água no cérebro. Sua última aparição pública foi em 2011, na plateia de uma peça de teatro. O trabalho mais recente de Tônia na TV foi em Senhora do Destino (2004). Considerada uma das atrizes mais consagradas da TV e do teatro no Brasil, Tônia atuou em 15 novelas, 19 filmes e 54 peças.

Nascida no Rio de Janeiro como Maria Antonietta Portocarrero Thedim, ela se formou em educação física e estudou teatro em Paris, na França. Estreou como atriz em 1949 e chegou à TV em 1952, no Grande Teatro Tupi, onde interpretou diversas personagens até 1960.

A primeira novela de Tônia na Globo foi Pigmalião 70 (1970), e nos anos seguintes ela se destacou com personagens como a Stella Simpson de Água Viva (1980) e a Rebeca de Sassaricando (1987). 

Reconhecida por sua beleza, Tônia também teve sucesso no cinema e chamou a atenção em filmes como Tico-Tico no Fubá (1952) e É Proibido Beijar (1954), de Ugo Lombardi, dos quais foi protagonista. 

A atriz se tornou matriarca de uma família que seguiu carreira no teatro e na TV. Foi mãe de Cecil Thiré, avó de Miguel e Luísa Thiré e bisavó de Vítor Thiré, todos atores também.

Em 1986, Tônia lançou um livro com suas memórias, chamado O Monstro dos Olhos Azuis. A atriz foi descrita pelo projeto Brasil Memória das Artes, da Funarte, como "referência de beleza, inteligência e talento na história do teatro brasileiro".

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