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PSI

Série nacional volta com exorcismo e adolescentes ricas cobrando por sexo oral

Divulgação

Cláudia Ohana (Valentina) e Emílio de Mello (Carlo) protagonizam a série Psi, da HBO  - Divulgação

Cláudia Ohana (Valentina) e Emílio de Mello (Carlo) protagonizam a série Psi, da HBO

MÁRCIA PEREIRA

Publicado em 3/10/2015 - 6h15

Diferentes faces da violência são o mote da segunda temporada de Psi, série nacional da HBO. A estreia neste domingo (4) traz uma mulher de classe média apanhando violentamente do marido. O caso será acompanhado pelos protagonistas da série, Carlo (Emílio de Mello) e Valentina (Cláudia Ohana). Cenas tensas e impactantes vão permear os novos dez episódios, que trazem exorcismo, motim em um presídio feminino e até adolescentes ricas que fazem sexo oral no banheiro da escola em troca de dinheiro.

Contardo Calligaris, psicanalista, criador, roteirista e diretor-geral da produção, afirma que, mesmo com um tema tão intenso, a proposta da atração é entreter o telespectador. “Mas Psi é uma série também para quem quer ver a vida de forma interessante, sendo capaz de pensar um pouco sobre ela”, diz.

A primeira temporada terminou com Carlo resolvendo fechar o consultório para passar um ano morando na Itália e voltando a se analisar. Depois desse período na Europa, o médico psiquiatra reencontrou o entusiasmo pela profissão e seu desejo de ser terapeuta. Ele decide voltar ao Brasil ao receber o convite de um ex-paciente para ser coordenador clínico de uma ONG chamada O Abrigo, voltada aos cuidados com vítimas de violência doméstica. 

A primeira história mostrará uma mulher, Cecília (Lorena Nobel), que é espancada pelo marido, Ricardo (André Garolli), mas não quer denunciá-lo. “Ele é o pai da minha filha e um bom marido. Isso não acontece sempre”, dirá ela em uma de suas primeiras cenas.

Divulgação/HBO

Lorena Nobel e André Garolli em cena do primeiro episódio sobre violência doméstica

Após receber atendimento, Cecília volta para sua casa, e o público verá Ricardo atacá-la gratuitamente durante o café da manhã. Ele parte para cima dela e, mesmo sem mostrar as pancadas, o trecho choca e propõe uma reflexão. A dona de casa voltará a aparecer já sob os cuidados dos médicos na ONG, com o rosto deformado. Aí, ela resolve sair de casa com a filha pequena e abandonar seu algoz.

O drama é entrecortado com uma segunda história, a de uma mulher que teve o olho arrancado pelo marido, mas que tem muita dificuldade de pensar sobre os motivos que levaram seu casamento a chegar a esse ponto.

Carlo também atenderá pacientes em uma clínica que divide com sua amiga Valentina (Cláudia Ohana).

Andrea Barata Ribeiro, sócia-fundadora da O2 Filmes, produtora responsável pelo projeto, conta que foram 17 semanas de gravação para executar essa segunda temporada, entre março e julho deste ano. 

Como tem mais de uma história diferente a cada episódio, a temporada conta com mais de 150 atores, entre os papéis fixos, participações especiais e figurações. Os episódios foram rodados em mais de 50 locações no Estado de São Paulo. Cinco diretores são responsáveis pelos novos dez episódios. Cada um comandou dois deles, sob a supervisão de Contardo Calligaris. 

“As diferenças de olhares enriqueceram a série. São outras camadas exploradas, sai do estereótipo a cada episódio”, conclui Maria Angela de Jesus, diretora de produções originais da HBO Latin America. Essa segunda temporada de Psi será exibida simultaneamente em 23 países da América Latina e depois será apresentada nos Estados Unidos.  

Divulgação

Emílio de Mello em cena de exorcismo com Marcello Airoldi e Nathalia Falcão

A narrativa do programa vai na contramão da TV aberta,  com cenas bem menos agitadas. Muitas vezes, o silêncio pontua determinados momentos, promovendo a reflexão do telespectador junto com a do personagem central, Carlo, sobre os dramas em discussão.

A violência doméstica é o tema do primeiro episódio, e o último abordará o custo do desejo, também sob o olhar da violência que o ser humano é capaz de fazer consigo mesmo. Vai ter um caso de rebelião em um presídio feminino, outro de adolescentes que trocam sexo oral por dinheiro no banheiro de um colégio de classe média alta, hermafroditismo e até o de uma paciente possuída pelo demônio, que precisa ser exorcizada. 


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