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Heroína feminista

Protagonista de Supergirl prefere trabalhar com mulher: 'Homem é diferente'

Reprodução/CBS

A atriz Melissa Benoist, ex-Glee, no primeiro episódio de Supergirl, nova série da Warner - Reprodução/CBS

A atriz Melissa Benoist, ex-Glee, no primeiro episódio de Supergirl, nova série da Warner

JOÃO DA PAZ

Publicado em 4/11/2015 - 4h55

Última grande estreia da temporada de novidades da TV paga neste final de ano, Supergirl é uma série feminista. No ar a partir desta quarta (4) na Warner, a produção sobre a prima do Superman combate a visão machista do mundo dos super-heróis (e da sociedade em geral). É a primeira com uma super-heroína em um território dominado pelos homens. E sua protagonista, Melissa Benoist, faz questão de trabalhar com mulheres na direção dos episódios.

“Acho que nós mulheres comunicamos melhor uma com a outra, nos entendemos melhor. Com homem é diferente”, disse a atriz, ex-Glee, à revista Variety. “A comunicação [com uma diretora] é especial. Há mais paciência”, argumenta.

As mulheres são maioria na direção de Supergirl, mas também há homens no comando. Diferentemente das séries de super-heróis masculinos, em que os homens massacram. De 143 episódios de Gotham, Flash, Arrow e Demolidor, apenas 12 foram dirigidos por mulheres, revela levantamento inédito feito pelo Notícias da TV.

No cinema não é muito diferente. Um estudo publicado da USC (Universidade do Sul da Califórnia, EUA) mostra que, entre 2002 e 2014, apenas 4,1% das maiores bilheterias tiveram mulheres na direção. 

DIVULGAÇÃO/CBS

A atriz Calista Flockhart, de frente, conversa com Melissa Benoist em episódo de Supergirl

Desde a divulgação do primeiro trailer, há seis meses, Supergirl está envolvida em polêmicas sobre machismo e feminismo. Para os fãs de histórias em quadrinhos, o visual teen, o uniforme sexy e o comportamento submisso da protagonista rebaixam a heroína, reforçando clichês. 

Kara Zor-EL (Benoist), identidade secreta da Supergirl, trabalha na CatCo., o principal conglomerado de mídia da fictícia cidade de National. A chefe dela, Cat Grant (Calista Flockhart), a trata como uma escrava, é extremamente exigente. Mas, em um momento de quase ternura, procura aconselhá-la a enfrentar o mundo machista. “Todas nós [mulheres] sabemos que precisamos trabalhar duas vezes mais que os homens para ter a metade do reconhecimento”, diz Cat.

No combate ao crime, a Supergirl ouve comentários do tipo "Se o Super-Homem estivesse aqui, já teria resolvido esse problema". Mas não se abate. A heroína luta contra os bandidos de National usando poderes similiares aos de seu primo famoso: voa em alta velocidade, enxerga com raios X e de calor e tem um sopro congelante.

As habilidades chamam a atenção de uma agência secreta que mantém a Terra longe de perigos alienígenas. Assim, Supergirl irá se deparar com um dilema: enfretar os criminosos sozinha, igual ao primo, ou se juntar a um time de agentes secretos. Enquanto isso, na vida de garota normal, ela se envolve com dois colegas de trabalho.


Programa: Supergirl. Estreia: 4/11

Quando: quartas, às 22h30

Onde: Warner Channel


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