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ENTREVISTA EXCLUSIVA

Julia Lemmertz quer abraçar comédia na TV após muita 'sofrência'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Atriz Julia Lemmertz olha para frente com cara de séria em cena de Quanto Mais Vida, Melhor

Em Quanto Mais Vida, Melhor!, Julia Lemmertz vive Carmem, uma vilã obcecada e divertida

GUILHERME MACHADO

guilherme@noticiasdatv.com

Publicado em 22/5/2022 - 7h00

Julia Lemmertz não está mais a fim de chorar na TV. A atriz, que vinha de uma série de personagens sofridos, se encontrou com Carmem, a vilã escandalosa e divertida de Quanto Mais Vida, Melhor!. A empresária rival de Paula Terrare (Giovanna Antonelli) cativou a intérprete, que quer levar essa vibração para outros trabalhos. "Não quero mais sofrer em TV. A vida já está muito ruim", afirma ela em entrevista ao Notícias da TV.

Seja se debulhando em lágrimas ou rindo, o fato é que espectadores se acostumaram a ver Julia nos folhetins. Não é para menos, já que no ano passado, ela completou 40 anos de carreira artística, um aniversário do qual nem ela havia se tocado. "Me dei conta no meio da novela: 'Caramba, fiz 40 anos de carreira'. Nem me lembrava (risos)", destaca. 

A atriz começou cedo, aos 19 anos, muito inspirada em seus pais, os também atores Lilian Lemmertz (1937-1986) e Lineu Dias (1927-2002). Com eles, ela aprendeu a amar a arte da interpretação e iniciou uma trajetória que passa por dezenas de novelas, filmes e peças. No folhetim Em Família (2014), de Manoel Carlos, ela chegou a homenagear a mãe ao dar vida a Helena --Lilian foi a primeira de uma série de protagonistas do novelista que levavam este nome.  

"Minha mãe morreu muito cedo. Ela ia fazer 49 anos. Tudo que queria ter vivido com ela, de trabalhos, de ter visto meus filhos nascerem e ela ser avó... Isso tudo ela não viu, fico com dó disso. Acho que teria sido lindo para ela, para os netos, seria incrível", lamenta ela.

Se por um lado Julia se entristece, ela também encontra em seu trabalho uma mensagem de força em relação à vida, já que a atual novela das sete da Globo fala justamente sobre como é necessário aproveitar cada segundo nesta terra.

Para a malvada Carmem, isso significa gastar todos os seus dias enchendo a paciência de sua principal inimiga, Paula. Até a última semana da trama as duas se envolverão em confusões e acabarão atrás das grades

joão miguel júnior/tv globo

Giovanna Antonelli e Julia Lemmertz em Quanto Mais Vida, Melhor

Carmem e Paula tentam se destruir na novela

"Ela está querendo chamar a atenção e mostrar que ela é melhor. Ela sabe que a Paula vai passar a perna nela, é uma conexão. Uma passa a perna na outra e é isso. Não é que uma está querendo fazer algo melhor, elas querem passar a perna mesmo. Essa dinâmica delas é muito maluca", define a atriz.

Quem ouve Julia se derreter pela personagem nem imagina que, originalmente, ela pensou seriamente em recusá-la, até que foi convencida pelo então diretor de Dramaturgia da Globo, Silvio de Abreu, a topar a parada. 

"Queria agora dizer que ele tinha razão (risos). Toda vez que eu relutei em fazer alguma coisa e fiz, era para fazer", diz ela sobre a lição que aprendeu com a experiência.

Confira a entrevista exclusiva completa com Julia Lemmertz:

Notícias da TV - Qual balanço que você faz da experiência que teve em Quanto Mais Vida, Melhor?

Julia Lemmertz - Foi muito divertido. Foi uma novela feliz. Ao mesmo tempo, estávamos passando por um momento muito difícil da pandemia. Começamos a gravar a novela e não tinha nem vacina ainda. Foi bem tenso, e fomos atravessando os momentos todos. No final a pandemia já estava um pouco melhor, as pessoas estavam vacinadas. A gente teve muitos protocolos. A gente teve que se reinventar, ver um jeito de fazer. No princípio foi estranho, mas encaixou.

Falando nos protocolos, você chegou a dizer que o estúdio parecia a Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos...

Da minha ideia do que deve ser a Nasa. Era todo mundo com macacão, distanciamento, não podia bater texto com outro ator. Se estivesse em um corredor tinha que ficar a metros de distância. Era bem radical.

O fato de ser uma novela leve, de comédia, ajudou nessa questão?

O ser humano se adapta a tudo. No princípio é estranho, você fica com medo. Quem tirava as máscaras eram os atores. Na hora de gravar ficávamos expostos. Então tinha essa coisa de não poder se aproximar muito, aí quando tinha cena de beijo tinha de fazer teste, ficar isolado. Foi uma experiência! Mas foi como deveria ser, não aconteceu nada grave.

Todo mundo estava se cuidando, deu tudo certo. Acho que o mais difícil é a gente estar fazendo comédia em uma época tão triste. As pessoas estavam morrendo. Tínhamos amigos doentes, pessoas estavam perdendo pessoas, era muito difícil. Mas a vida continua. Acho que a guerra é um pouco assim, as pessoas vão vivendo suas vidas. A coisa está acontecendo e você vai desviando dos perigos, vai enfrentando. A gente enfrentou! Fico orgulhosa.

Estávamos testando esse novo formato, e a Globo foi muito cuidadosa e consciente. Talvez a novela fosse diferente pelo fato de termos feito ela inteira sem vê-la no ar. Isso muda muito, você não consegue avaliar o que está dando certo, o que pode melhorar. A novela foi toda gravada. A gente fez o que fez e está feito. Acho isso genial por um lado, é uma obra aberta fechada.

Algo que fica aparente para os espectadores é a sintonia entre o elenco, como sua química com Giovanna Antonelli. Apesar das dificuldades nas gravações, vocês conseguiram desenvolver essa dinâmica, certo?

Somos muito amigos. A maioria de nós já se conhecia de outros trabalhos. A Giovanna é minha irmã, mesmo. A gente se divertia também, quisemos fazer uma coisa legal, que não fosse só maniqueísta. Nessa novela todo mundo é meio torto, ninguém é muito mocinho. Está todo mundo errando e acertando. A própria Carmen, ao longo da trama, vai se modificando. A competição vira mais uma competição mesmo. Na hora que a coisa aperta, elas se apoiam, se ajudam.

Sobre a relação entre a Paula e Carmem, percebeu-se, sobretudo após a troca de corpos, que de fato existe um amor reprimido aí, não é?

Não é nem reprimido. Quando você tem essa rixa com uma pessoa, alguma coisa rola ali. As duas são muito tortas e exercem um fascínio uma sobre a outra. Acho que a Carmem foca na coisa da competição, mas é uma obsessão. E aí quando você vê, ela está querendo ser amiga da Paula, sentindo que pode mudar a relação. É muito maluco. O Mauro Wilson [autor da novela] é muito maluco (risos).

Podemos dizer que ela cometeu várias loucuras de amor ao longo da novela?

É um amor, um ódio. Sei lá, uma fixação. Nada ali é muito realista. Acho que esse foi o primeiro trabalho que eu fiz que não tive que pensar na novela inteira. Eu só pensava na Paula e no que a Carmem tinha para fazer. O resto da novela para mim não tinha a menor importância, porque eu não me relacionava com o resto dela. A Carmem é quase uma participação especial dentro da novela, porque ela não tem nenhuma relação com nenhum outro personagem.

reprodução/tv globo

Julia Lemmertz e Giovanna Antonelli em Quanto Mais Vida, Melhor

Carmem teve fantasias com Paula

O negócio dela é a Paula. Isso ficou muito evidente. Então investi também nessa coisa de ela se transformar através do afeto dela pela rival, porque acho interessante isso. Aquela pessoa que tinha raiva porque a outra tinha roubado o marido dela, as duas tinham o mesmo tipo de empresa, e de repente ela transformou aquilo em algo maior. Começou a ter sentimentos.

Não é o mal pelo mal. Ela só tem um temperamento forte e uma baita autoestima. Uma coisa dominadora. A Paula também é assim. As duas são um pouco parecidas.

A Carmem tem esse lado bastante humano. No fim, ela é muito carente. Ela está só querendo chamar a atenção?

É, ela está querendo chamar a atenção e mostrar que ela é melhor. Ela sabe que a Paula vai passar a perna nela, é uma conexão. Uma passa a perna na outra e é isso. Não é que uma está querendo fazer algo melhor, elas querem passar a perna mesmo. Essa dinâmica delas é muito maluca. Quando eu digo que não é realista é porque nada disso faz sentido. É uma novela que fala do mundinho que eles estão vivendo.

Você chegou a platinar o cabelo para viver a Carmem. Como você construiu essa personagem, tanto na personalidade quanto no visual?

Quando veio o convite para fazer a novela tinha até umas referências, como O Diabo Veste Prada (2006). Mas eu queria fazer uma coisa mais louca, mais andrógina. Uma coisa mais europeia radical. Tem uma atriz que gosto muito, a Tilda Swinton. Vi uma foto dela com o cabelo parecido com esse e eu propus para o diretor artístico [Allan Fiterman] de fazer. Ele gostou.

Criamos juntos uma figura chique, moderna e arriscada. Quem que usa aquele cabelo? Mas ficou bom, porque ela é uma figura diferente.

reprodução/tv globo

Julia Lemmertz em Quanto Mais Vida, Melhor

Carmem teve um visual marcante

Você precisou aprender a andar de moto também?

Ah, até aprendi. Mas fiz autoescola em uma moto e a da novela era outra. Era um Boeing e eu aprendi a andar em um Teco Teco. Eu não tinha como dirigir aquela moto, tinha medo dela. Era muito possante, muito barulhenta e muito pesada. Eu só fiz o truque ali. Acabei não dirigindo como eu gostaria, porque também não tive tempo. Aí também tinha pandemia, não pode isso, não pode aquilo. Foi tudo meio truncado. Aquela moto pesava, sei lá, uma tonelada.

Você comentou sobre o fato de a novela ser uma comédia. Você vinha de uma série de personagens muito dramáticas e sofridas na TV. Foi importante essa virada de chave, ainda mais nesse momento?

Com certeza. Quando eu me vi no início da novela falei: "Nossa, eu estava tão séria". Eu acho que estava achando o personagem, porque ela não começa engraçada, começa mais sisuda mesmo. E aí com o desenrolar da trama ela vai se soltando, a própria personagem vai ficando engraçada.

Acho [também] que no começo eu estava séria porque estava muito preocupada com o que eu estava fazendo (risos). Não era um lugar confortável, a gente estava tenso, não estava relaxadinho, tinha uma tensão a mais que vi em mim. Depois eu fui relaxando.

E eu adoro fazer comédia. Na verdade, gostaria de fazer mais comédia do que tudo, acho que já fiz muito drama (risos).

Na TV as pessoas estão acostumadas a te ver chorar e a te ver sofrer, não é?

É, não quero mais sofrer em TV. A vida já está muito ruim. Quero personagens mais solares, acho que temos que buscar o humor, o lado bom da vida. Porque está muito difícil.

Você também está no ar em O Beijo do Vampiro, atualmente reprisada no Viva. Que lembranças você tem desse trabalho?

Eu tenho uma história muito boa nessa novela! Eu comecei e tinha o pessoal que era vampiro e o que não era. Quem era vampiro tinha já uma bolsinha de maquiagem de vampiro. Eu não tinha porque fazia parte dos humanos. Eu começava cega, era toda dramática. Só que no meio da novela a Claudia Raia ficou grávida, e ela era a vampirona do Tarcísio Meira (1935-2021).

divulgação/tv globo

Julia Lemmertz em O Beijo do Vampiro

Julia Lemmertz como Marta Morta em O Beijo do Vampiro

A Claudia ia ter que sair da novela, porque não dava mais por causa da barriga. Então fizeram o Tarcísio me morder e me botaram de vampira. Foi minha maior alegria! Ali começou a novela para mim. Falei: "Uhu! Agora vou me divertir". Foi muito divertido. Fiz duas personagens praticamente. A Marta que infernizava a vida da mocinha e depois a Marta Morta.

Tinha Ney Latorraca, Tarcísio Meira, Gabriel Braga Nunes. Eu tinha um figurino maravilhoso. Tenho lembranças muito boas.

Você gosta de se ver em trabalhos antigos?

No início da minha carreira eu não gostava de ver, não. Mas de um tempo para cá tenho gostado. Vejo como eu era na época, é bonito de ver a transformação. Fico vendo com certa compaixão (risos). Sou muito crítica em relação a mim mesma, mas convivo bem com isso. Sei reconhecer quando acho que está bom, não é que sempre acho ruim.

Especialmente agora que estou vendo sempre Quanto Mais Vida, Melhor!, gosto muito da novela como um todo. Não posso sofrer, porque a novela já acabou. Não dá para fazer diferente. Dá saudades, queria estar fazendo outra trama com esse pessoal.

Você está no meio artístico desde os anos 1980. Existe um apego emocional do público também?

Na verdade, agora na pandemia, em 2021, eu fiz 40 anos de carreira e nem percebi. Me dei conta no meio da novela: 'Caramba, fiz 40 anos de carreira'. Nem me lembrava (risos). Até porque não tenho muito isso de querer comemorar. Eu acho que a carreira vai indo e a gente comemora todo ano o fato de estar fazendo.

Eu comecei nova, eu tinha 19 anos. Fui amadurecendo, fui aprendendo. Todas as fases da minha vida estão aí.

E você vem de uma família de artistas...

Os meus pais já eram atores consagrados. Passei minha infância em teatro, em set de cinema. Então aquele lugar onde eu estava começando a trabalhar não era estranho, eu conhecia. Conhecia aquelas pessoas, sabia como me comportar, eu tinha uma intuição. Era quase como se eu tivesse aprendido um monte de coisas por osmose. Depois fui tendo meu próprio caminho, meu próprio trabalho e estudando ao longo do processo. Eu não fiz uma faculdade, fui trabalhar enquanto fazia cursos, viagens, aprendendo com quem eu trabalhava.

Ninguém nasce pronto e nem acho que parei de aprender. Acho que estamos sempre começando, não do zero, mas de algum lugar. Quando você começa um trabalho você não sabe [nada sobre ele]. O que você está fazendo agora, você nunca fez. É novo, é desconhecido. E é bom que seja. Tudo bem que você tenha mecanismos para se aproximar do personagem. Mas é legal acreditar que você não tem, para poder estar fresco, vivo, presente. Não ficar vivendo de coisas que já passaram.

No último Dia das Mães você fez uma homenagem para sua mãe e também para seus filhos e seu neto. Sempre te associam muito à sua mãe, e você disse que gostaria de trazê-la de volta. O quão vivos seus pais ainda são para você?

Minha mãe morreu muito cedo. Ela ia fazer 49 anos. Tudo que queria ter vivido com ela, de trabalhos, de ter visto meus filhos nascerem e ela ser avó... Isso tudo ela não viu, fico com dó disso. Acho que teria sido lindo para ela, para os netos, seria incrível.

Já meu pai viveu mais, morreu quando tinha 74 anos, e ele viu meus filhos nascerem. Tínhamos uma relação muito próxima, era muito parceiro meu, um cara que via todos os meus trabalhos, era muito atento a tudo na minha vida. Ele era muito importante para mim, mesmo como um crítico, um apreciador. Tinha um olhar amoroso de pai e que eu respeitava muito, como ator e homem de teatro. Ele era um homem que foi se aprimorando ao longo do tempo de uma forma muito bonita, e eu vi isso acontecendo com ele.

Ninguém é eterno, essa que é merda. A gente está aqui de passagem. A gente sente falta mesmo das pessoas que foram importantes e fazem bem para a gente.

Engraçado que essa novela também fala disso, não é? Que temos que viver ao máximo.

Acho muito bonito isso na novela. Ela fala que temos pouco tempo aqui. "Vão ficar estragando o tempo de vocês com bobagem? Façam alguma coisa importante! Não desperdicem a vida". Acho que isso permeia toda a novela. Todo mundo se modifica um pouco, por causa da modificação dos protagonistas. Tudo que você faz na sua vida particular atinge outras pessoas à sua volta. É que nem jogar pedra no rio, vai fazendo uma onda. Toda ação que fazemos tem uma reação na vida de alguém. Acho que essa seria uma mensagem subliminar da novela.

O que o público pode esperar da Carmem nessa reta final?

Não posso dar spoiler, mas tem uma surpresinha (risos).

Você falou sobre aprendizados constantes. Quais aprendizados a Carmem e a novela trouxeram para você?

Acho que não existe acaso. Tudo tem uma razão de existir. No início eu não queria fazer a novela, achava que o papel não era para mim. Fiquei na dúvida. Lembro que quem insistiu muito para eu fazer foi o Silvio de Abreu. Ele insistiu e falei: "O Silvio está errado". Queria agora dizer que ele tinha razão (risos). Toda vez que eu relutei em fazer alguma coisa e fiz, era para fazer.

Temos que acreditar que somos os agentes transformadores das coisas, e que tudo vale a pena fazer se a gente faz com dedicação, comprometimento. Realmente estamos em um momento em que temos que olhar o lado bom das coisas. Não sou otimista, tenho esperança. Todo mundo tem direito a se modificar, a ver que errou. É isso, a vida é uma só até onde sabemos. Faça o melhor da sua vida! A gente tem disposição de melhorar, acho isso extraordinário.

Eu quero melhorar, não só como atriz, mas como pessoa. Eu tenho filhos, neto, estamos criando outras gerações. Temos que tomar a responsabilidade para si, acho que é disso que a novela fala. Tomar para si sua história e se responsabilizar por ela.


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