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NA TELEVISÃO

Taís Araujo defende escolha de mais protagonistas negras: 'Somos múltiplas'

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Imagem de Taís Araujo de cabelo solto e camisa branca

Taís Araujo em foto publicada nas redes sociais; atriz quer ver mais protagonistas negras na TV

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 9/7/2021 - 8h15

Taís Araujo defendeu a escolha de mais mulheres negras para interpretarem papéis de protagonistas na televisão. Única mocinha preta de novelas da Globo até então, a artista alegou que o Brasil tem atrizes capazes de alcançarem destaque nas tramas de ficção. "Somos múltiplas", disse ela.

A mulher de Lázaro Ramos fez história ao se tornar a primeira protagonista negra da Globo em 2004, com a novela Da Cor do Pecado --hoje em dia considerado um título racista. Mas, desde então, foi a única a assumir os papéis de destaque da emissora.

"Existe esse espaço que ocupo e sou muito feliz, mas não acho que eu seja a única merecedora de estar nele", declarou Taís em entrevista a Leo Dias, colunista do portal Metrópoles.

"A gente quer ter muitas protagonistas negras. A mudança não acontece com uma única pessoa, acontece quando impacta e tem espaço para todo mundo", argumentou ela. Esse é o Brasil que a gente quer ver, um Brasil diverso", explicou a atriz.

Esse espaço também tem que ser ocupado por outras pessoas pretas. Temos atrizes capazes, competentes, inteligentes, mulheres lindas que merecem ocupar esse lugar. Quando olho, sinto falta de ver outras pessoas até pra que eu possa também olhar e me identificar, como telespectadora.

Taís afirmou que esse sonho não é apenas para a Globo, mas principalmente para plataformas de streaming que vem crescendo cada vez mais. "Agora a gente tem várias plataformas e quero ver mais mulheres negras também nesses lugares, inclusive na Globo, junto comigo", disse.

"Eu falo desse assunto há muitos anos nas entrevistas que dou. Estou sempre mostrando essas mulheres nas minhas redes", afirmou a atriz. "Até porque não existe só um tipo de mulher negra. Nós somos múltiplas, e a gente precisa ver essa multiplicidade em protagonismo não só na televisão", concluiu ela.


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