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ESTIVENS ALVES

Caso Neymar: Ex-marido de Najila confirma relato de agressão, mas nega estupro

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Ex-marido da modelo Najila Trindade, Estivens Alves afirmou em entrevista que não acredita no estupro - REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Ex-marido da modelo Najila Trindade, Estivens Alves afirmou em entrevista que não acredita no estupro

REDAÇÃO

Publicado em 25/7/2019 - 12h57

Ex-marido de Najila Trindade, Estivens Alves afirmou à Polícia Civil que a modelo não citou o suposto estupro de Neymar Jr. na primeira conversa que os dois tiveram por telefone um dia depois de a ex se encontrar com o jogador em um hotel de Paris, na França. No entanto, ele confirmou o relato de agressão. Seu depoimento também é baseado no vídeo do segundo encontro entre ela e o atleta, ao qual Alves afirma que teve acesso na íntegra antes de sumir.

Ele é considerado testemunha-chave para o caso. Em entrevista exclusiva para a revista Istoé, publicada nesta quinta (25), o ex-marido explicou que recebeu uma ligação de Najila em 16 de maio, quando a modelo ainda estava em Paris. 

"Ela falou que ele tinha sido muito agressivo, mas não citou nada sobre relação sexual e estupro. Ambos haviam ficado juntos na noite anterior e [Najila disse] que ele [Neymar] tinha sido um 'escroto', um 'imbecil', um ‘monstro que me agrediu, que me bateu'", revelou o publicitário.

Najila e Alves foram casados durante sete anos e estão separados há dois. O casal tem um filho, também de sete anos. Foi o ex-marido que ficou com a criança quando Najila viajou para Paris. Ele não sabia que ela tinha ido para a Europa, nem qual era o intuito da viagem. Entrou em contato com a modelo só depois que o filho comentou. Foi aí que os dois se falaram por telefone sobre o encontro com Neymar.

"Não [foi falado sobre estupro]. Ela falou em agressão e que foi deixada sozinha repetidas vezes. Não vi nenhuma prova contra ambos. Não estou aqui para defendê-la. Ela tem a vida dela, e eu já sofri muitos danos na minha vida por causa disso tudo. Só que, se fosse para armar um golpe, ela o teria filmado na noite anterior, quando houve sexo. Aliás, não sei nem se na segunda noite teve sexo", contou Alves à revista.

"Estupro é uma palavra muito pesada. Estupro propriamente dito não houve. Essa é a conclusão do Estivens. Não houve estupro. No máximo houve um desentendimento entre ambos no meio da relação sexual. Ele assumiu que bebeu antes e pode ter ultrapassado o limite", opinou o ex.

Vídeo no quarto

Estivens afirmou que assistiu ao vídeo de sete minutos do segundo encontro entre Najila e Neymar num hotel em Paris --nem a Polícia teve acesso, pois Najila defende que o material completo estava num tablet, que foi perdido ou roubado. Uma versão de um minuto e 15 segundos desse conteúdo, que vazou, mostrava a modelo batendo no jogador.

O ex deu detalhes do que viu no vídeo completo: "Ela vai recebê-lo na porta [do quarto], beija e tudo. Vão para a cama. Ela dá um tapa nele. […] Ele recua um pouco e ela fala: 'Você vai me bater. Não vai devolver?'. Ele se levanta e ela fala: 'Você me bateu e me deixou aqui sozinha'. Nesse momento, ela se recolhe. [...] Ele fala: 'Linda, calma. Relaxa, relaxa'".

"Ele fica ao lado dela uns três minutos, tentando acalmá-la. Ele a levanta pelos braços, sem agressividade. Com as mãos nos bolsos, ela começa a chorar. E pergunta: 'Por que você fez isso comigo? Por que você me bateu e me deixou aqui?'. E chora. Ele pede calma repetidas vezes, sem responder às perguntas dela. Ele senta ela na cama e fala: 'Lembra que eu te falei para trazer uma amiga?'".

"'Era para você não se sentir sozinha. Eu tenho meus compromissos. Ela fala: 'Me perdoa? Eu te machuquei? Eu não queria ter te machucado. Eu estraguei tudo'. Não tenho certeza, mas parece que ele pergunta o que poderia fazer por ela, que responde: 'Quero ir embora para minha casa'. Ele pega o celular, liga ou manda mensagem para alguém. Ela levanta, vai ao banheiro, onde estava o celular, e encerra o vídeo", conta.

A entrevista foi concedida para a Istoé na terça (23), um dia antes de depor à Polícia Civil de São Paulo. Em 12 de julho, a Justiça concedeu mais 30 dias para a delegada Juliana Lopes Bussacos, da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, na Zona Sul de São Paulo, concluir o inquérito sobre o caso. Veja um trecho da entrevista abaixo:

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