Independência ou Morte

Novela da Globo vai contar a história do Brasil como filme de pirata

Alex Carvalho/Divulgação

Chay Suede em Babilônia (2015) e Johnny Depp em pôster de Piratas do Caribe (2011) - Alex Carvalho/Divulgação

Chay Suede em Babilônia (2015) e Johnny Depp em pôster de Piratas do Caribe (2011)

DANIEL CASTRO - Publicado em 27/05/2016, às 06h51 - Atualizado às 09h08

Novela das seis que terá Caio Castro no papel de Dom Pedro 1º, Novo Mundo vai retratar uma fase importante da história do Brasil com narrativa de filmes de piratas. Os autores estreantes Alessandro Marson e Thereza Falcão admitem abertamente a inspiração na franquia Piratas do Caribe para abordar o período histórico que começa com a viagem da princesa Leopoldina ao Brasil, em 1817, e culmina na sagração de dom Pedro 1º como imperador, em 1822, com a proclamação da independência. Chay Suede está cotado para interpretar uma versão luso-brasileira de Jack Sparrow (Johnny Depp).

"Vamos nos afastar da teleaula e usar fartas pitadas de aventura, romance e humor. Será uma novela romântica com ação", afirma Marson, que, assim com Thereza, foi colaborador de João Emanuel Carneiro em A Regra do Jogo. Thereza e Marson fazem parte de uma nova geração de autores que a Globo está lançando. No ar no início do ano que vem, Novo Mundo substituirá Sol Nascente, que por sua vez pegará o horário de Eta Mundo Bom! em setembro.

Além de Caio Castro, já confirmado, outro galã da nova geração pode integrar o elenco de Novo Mundo, título ainda provisório. Chay Suede ficou empolgado com o personagem Joaquim Martinho, o grande herói da trama.

"Junto da futura imperatriz [Leopoldina], no mesmo navio vem nossa heroína, Anna Millman, e nosso herói, Joaquim Martinho. E também vem o vilão da novela, que vai disputar o amor da Anna com Joaquim, Charles Johnson", adianta Marson. Tal qual a minissérie O Quinto dos Infernos (2002), de Carlos Lombardi, a novela também reproduzirá o "triângulo amoroso mais famoso da história nacional", entre dom Pedro 1º, Leopoldina e Domitila, a marquesa de Santos.

Renato rocha miranda/tv globo

Caio Castro no lançamento de I Love Paraisópolis, há um ano; ator interpretará dom Pedro 1º

"Nosso mocinho, o Joaquim, é um dos grandes idealizadores e incentivadores da independência e o nosso vilão é um mercenário pago pela Corte Portuguesa para impedir que o Brasil seja uma nação livre. O Joaquim começa irresponsável, farrista. No início, ele é um ator que se apresenta na festa de despedida da princesa [Leopoldina]. Meio por acidente, ele acaba no navio e vem para o Brasil. Já na viagem, ele salva a vida de Leopoldina de um ataque de piratas. Depois, chegando aqui, conhece os índios, passa a viver entre eles, salva a pele de dom Pedro de um atentado e vai se transformando num herói de fato", acrescenta.

 "Já nossa heroína é bem fora do convencional. Foi criada pelo pai, um grande navegador inglês. Conheceu o mundo todo, morou em vários países, fala muitos idiomas. E vem para o Brasil acompanhando a princesa Leopoldina. Ela é baseada numa personagem real, que realmente acompanhou Leopoldina na viagem, chamada Maria Graham. Na nossa história, ela se chama Anna Millman. E ela também vai ter um papel central na proclamação da Independência, na luta contra a escravidão", completa Marson.


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