UNIDAS PELA SEPARAÇÃO

Thalita Rebouças troca crianças por mães em podcast para corações partidos

RAQUEL CUNHA/TV GLOBO

A apresentadora e escritora Thalita Rebouças faz a letra V com os dedos no cenário do The Voice Kids

Thalita Rebouças nos bastidores da quarta temporada do The Voice Kids: escritora amplia público

DANIEL FARAD, do Rio de Janeiro - Publicado em 12/01/2020, às 05h22

Cercada de crianças nos bastidores do The Voice Kids, Thalita Rebouças é um verdadeiro fenômeno com o público infantojuvenil por causa de seus livros e filmes. A escritora, no entanto, tem deixado os baixinhos de lado para tentar fazer sucesso com suas mães. Aquelas que, sobretudo, já precisaram superar um coração partido. Com dois términos de relacionamento marcantes no currículo, ela disseca o tema no podcast Unidas pela Separação ao lado da amiga Roberta Senna.

A primeira temporada está disponível para streaming na plataforma Storytel. Em cada um dos dez episódios, as duas debatem as dificuldades diante do fim de um romance, sempre ao lado de uma convidada. Fernanda Gentil, Dadá Coelho, Júlia Rabello, Fabiana Karla e Luana Piovani participaram da leva inicial.

"Sou uma boa influência (risos). Os filhos passam a gostar de ler por minha causa e descobri que as mães acabam gostando de mim por conta deles", revela a artista ao Notícias da TV.

Thalita leva para a atração a própria experiência. Ela foi casada durante 13 anos com o escritor Carlos Luz e também colocou um fim no longo namoro que teve com o músico Daniel Lopes em 2018. "Por que não posso transformar tudo isso que aprendi depois do luto da separação e ajudar as pessoas que estão passando ou vão passar por isso?", questiona.

A apresentadora tem se surpreendido com a repercussão dos programetes. "A resposta está sendo incrível, porque agora estou falando com gente da minha idade ou então só um pouquinho mais nova", afirma Rebouças.

Papo de tia

Aos 45 anos, Thalita frisa que não é a primeira vez que ela fala de igual para igual com o seu público. Ela detesta ser vista ou chamada de tia pelas crianças e adolescentes que colecionam alguns de seus 23 livros. "Nunca me senti assim, e olha que escrevo para eles há 20 anos. Quando alguém me chama assim, eu estranho, olho para o lado para ver quem é", entrega ela.

Apesar da diferença etária, a autora se esforça para ser vista como uma parceira, e não como alguém mais experiente, pronto para dar uma bronca ou uma lição. "Acho que sou uma amiga mais velha que eles gostariam de ter, mas me consideram como se tivesse a mesma idade que eles", pondera.

Ela não esconde a vontade de se aventurar em outros programas que dialoguem com faixas cada vez mais amplas, indo além dos mais jovens. "Pode me convidar, eu amo TV. Adoraria fazer, mas não escrever. Só não tenho vontade de escrever novelas. Mas quem sabe um dia? Nunca digo nunca", pontua a comunicadora.

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