SUPERFRACASSADAS

Programa de Ana Paula Padrão espanta público e deixa Band em oitavo lugar

Reprodução/Band

Ana Paula Padrão na estreia do Superpoderosas, no dia 9 de abril: público em fuga - Reprodução/Band

Ana Paula Padrão na estreia do Superpoderosas, no dia 9 de abril: público em fuga

REDAÇÃO - Publicado em 23/04/2018, às 06h05

Criado por Ana Paula Padrão, o programa Superpoderosas mostrou um único superpoder desde a sua estreia, em 9 de abril: o de espantar a audiência. Nas sete primeiras exibições, entre os dias 9 e 17, o programa teve média de 0,3 ponto na Grande São Paulo, dois terços a menos do que o 0,8 que a Band conseguiu na mesma faixa nos sete dias anteriores. A fuga do público, que já não era grande, derrubou a emissora para o oitavo lugar.

Antes da estreia do Superpoderosas, os programas Dia Dia, Sempre Bem e o desenho Os Simpsons, que ocupavam o horário, ficavam na quinta posição.

O pior desempenho do Superpoderosas ocorreu na primeira quarta-feira (11), quando a atração quase não teve público: média de 0,1 ponto, décima posição no ranking das emissoras abertas. Isso equivale a apenas 7.185 domicílios na Grande São Paulo.

A Band perdeu para a Globo (que teve 8,5 pontos na faixa), Record (5,0), SBT (4,6), Cultura (1,7), RedeTV! (0,8) e Gazeta (0,6). Ficou atrás até das nanicas Rede Vida (0,5), Rede Brasil (0,2) e TV Aparecida (0,2).

A ideia do programa nasceu do Escola de Você, uma plataforma de cursos para crescimento pessoal de mulheres criada por Ana Paula Padrão e Natália Leite _a segunda comanda a atração na Band, enquanto a primeira aparece em pílulas com mensagens de empoderamento feminino.

Entre as convidadas, estão atrizes dispensadas pela Globo, como Carolina Ferraz e Helena Ranaldi. Elas passaram pelo palco do Superpoderosas para debater temas como autoconhecimento e autoestima. Maitê Proença também participou, em uma entrevista gravada previamente.

No dia 11, em que a atração bateu recorde negativo, a cantora Margareth Menezes falou sobre educação e houve um debate sobre fazer papel de vítima.

Fracasso nacional
O desempenho ruim do programa na Grande São Paulo se repete no resto do país: no PNT (Painel Nacional de Televisão), o Ibope nacional, a atração também teve média de 0,3 ponto.

O pior resultado é em Belo Horizonte, onde o Superpoderosas registrou 0,1 ao longo dos sete primeiros programas. No Rio de Janeiro, em Porto Alegre e Salvador, a média foi de 0,2 ponto.

A atração vai um pouco menos pior, embora ainda esteja longe de ser um sucesso, em Belém (onde registrou 0,9), Vitória (0,8) e Manaus (0,8).

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