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Namorada do Capitão América vive dupla identidade em Agent Carter

Divulgação/ABC

Hayley Atwell interpreta uma secretária em Agent Carter e se disfarça no episódio de estreia da série  - Divulgação/ABC

Hayley Atwell interpreta uma secretária em Agent Carter e se disfarça no episódio de estreia da série

JOÃO DA PAZ

Publicado em 14/1/2015 - 14h11
Atualizado em 15/1/2015 - 4h30

Secretária de dia, agente secreta de noite. Assim será a vida de Peggy Carter (Hayley Atwell) em Agent Carter, minissérie de oito episódios que estreia nesta quinta (15), às 22h30, no canal Sony. A nova rotina da personagem começa com o fim da Segunda Guerra Mundial, quando ela deixa o cargo de investigadora na SSR (sigla em inglês para Reserva Científica e Estratégica), que exercia no filme Capitão América: O Primeiro Vingador (2011). 

A minissérie, ambientada em 1946, começa com uma das conversas entre Peggy e Capitão América apresentadas no longa, deixando claro que Agent Carter é uma continuação do filme. Durante o episódio incial da nova produção, a moça relembra outras interações que teve com o namorado, antes da morte dele.

Agora solteira e afastada da ação, Peggy tenta voltar à ativa como agente, mas os chefes da SSR a mantêm afastada e a esnobam, mostrando um forte sexismo: chamam Peggy de “a ex do Capitão”. Sem sucesso, ela acaba assumindo uma posição mais burocrática na empresa, mas é chamada por Stark (Dominic Cooper) para realizar uma investigação secreta. 

Ele quer que a amiga o ajude a se livrar de uma grave acusação, pois o governo dos Estados Unidos suspeita que Stark tenha vendido tecnologia armamentícia às nações inimigas e para o mercado negro. Enquanto Peggy faz o trabalho sujo para Stark, ela obtém informações privilegiadas, pois vê como os colegas da SSR estão tocando o caso, sem que eles saibam da investigação paralela. Isso a ajudará a descobrir se Stark é de fato inocente e se os companheiros da SSR realmente trabalham pelo bem do país.

As atrizes Lyndsy Fonseca e Hayley Atwell em cena de Agent Carter (Divulgação/ABC)

Anos 1940 e o sexismo

O retrato bem característico do final dos anos 1940 é o ponto forte da série. Do figurino à fotografia e trilha sonora, Agent Carter mostra ao telespectador uma visão bem precisa dessa época. Além disso, há uma apresentação crítica do papel da mulher na sociedade norte-americana naquele período. 

Peggy sofre preconceito no trabalho por ser mulher, sendo tratada como alguém útil apenas para atender telefonemas e servir café. Como é esperta, ela usa isso a seu favor. Para escapar do serviço e fazer uma das investigações para Stark, a moça diz aos seus chefes que precisa tirar o dia de folga por estar com “dor de cabeça e outras coisas femininas [referindo-se à menstruação]”. Com cara de nojo, eles concedem o pedido de Peggy.

Uma das amigas da agente, a garçonete Angie Martinelli (Lyndsy Fonseca), sofre abuso e assédio de um dos clientes do restaurante onde trabalha. Em uma das cenas, o rapaz reclama de um lanche entregue errado e diz: “Da próxima vez, faça direito. Seu cérebro não é o seu melhor atrativo”. Depois disso, o cliente dá um tapa no bumbum da garçonete. Peggy vê tudo e vai tirar satisfação com o rapaz, que após uma "amigável conversa", dá uma generosa gorjeta para Angie.


Programa: Agent Carter. Estreia: 15/1

Quando: quintas, às 22h30

Onde: canal Sony


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