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COLUNA DE MÍDIA

Resultados do Google e YouTube mostram saúde do mercado digital pós-pandemia

DIVULGAÇÃO/GOOGLE

Sundai Pichai, CEO do Google

Sundai Pichai, CEO do Google, anunciou recorde nos resultados

Guilherme Ravache, colunista

gravache@gmail.com

Publicado em 28/7/2021 - 16h05

À medida que a pandemia começa a diminuir ao redor do mundo com a aceleração da vacinação, fica cada vez mais evidente como as big techs saíram ainda mais poderosas da crise.

Esta semana o Google anunciou seus resultados do segundo trimestre. E a exemplo do que aconteceu no primeiro trimestre, os números foram ainda melhores do que se imaginava. O último resultado marcou o melhor resultado no período em toda a história da empresa.

A Alphabet, empresa dona do Google, reportou receita no segundo trimestre de R$ 320 bilhões (US$ 61,88 bi), um aumento de 62% em relação ao ano anterior, quando seu negócio de publicidade despencou em meio à Covid-19.

O lucro da empresa mais que dobrou nos três meses, chegando a R$ 95 bilhões (US$ 18,53 bi)

"Vimos uma onda crescente de consumo online e atividade de negócios", disse o CEO, Sundar Pichai. O executivo destacou o crescimento do YouTube como um dos responsáveis pelo resultado. Para os executivos do Google, o YouTube tem se comportado como uma plataforma de e-commerce. 

Recorde e mercado otimista

A empresa registrou R$ 260 bilhões (US$ 50,44 bi com venda de publicidade), um aumento de 69%. O negócio de publicidade do YouTube arrecadou R$ 36 bilhões (US$ 7 bilhões) em receita, um aumento de 84% em relação ao ano anterior. Empresas de turismo e entretenimento voltaram com força para a plataforma de vídeos.

"A mudança global para vídeo e streaming online continua", disse Philipp Schindler, diretor de negócios do Google, a investidores na teleconferência de resultados desta terça-feira (27). Ele acrescentou que, com 2 bilhões de usuários mensais e 2 bilhões de horas de vídeo sendo assistidos em seus serviços todos os dias, o Google está "na vanguarda dessa mudança".

Nos Estados Unidos, onde a vacinação caminha mais rapidamente, a força da retomada tem surpreendido analistas. Desde o final da Segunda Guerra Mundial o país não vivia um crescimento tão rápido da publicidade. 

No Brasil, assim como nos Estados Unidos, o digital sai da pandemia fortalecido. Mas diferentemente de lá, por aqui a retomada está sendo mais lenta por causa da demora da vacinação e incertezas políticas.

O GroupM recentemente elevou sua previsão de vendas globais de publicidade para R$ 3,8 trilhões (US$ 749 bilhões) no ano, um aumento de 19% em relação ao ano passado, acima da previsão anterior de crescimento de 12%. 

Notícia boa pode ser ruim

Os resultados do Google são impressionantes. Mas podem reforçar a percepção de governos e órgãos reguladores de que a empresa, avaliada em mais de R$ 10,3 trilhões, é poderosa demais. O Google detém 92% do mercado de buscas online no mundo e seu Mapas detém 89% dos serviços de navegação digital.

De toda forma, novas leis e medidas mais restritivas contra as big techs podem levar muitos anos para serem aprovadas, isso se de fato forem aprovadas. Enquanto isso, aguarde mais recordes do Google e do YouTube.

Até mesmo o negócio de armazenamento em nuvem, em que o Google perde para a Amazon e a Microsoft, foi bem: a receita aumentou 50% e os prejuízos caíram.


Este texto não reflete necessariamente a opinião do Notícias da TV.


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