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'Pai de Candinho', Leopoldo Pacheco defende mais sexo na TV aberta

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O ator Leopoldo Pacheco durante entrevista ao webprograma Senta que lá Vem!  - Senta que lá Vem

O ator Leopoldo Pacheco durante entrevista ao webprograma Senta que lá Vem!

REDAÇÃO - Publicado em 23/08/2016, às 06h45

O ator Leopoldo Pacheco, 55 anos, acabou de interpretar Ernani, pai do ingênuo protagonista Candinho (Sergio Guizé), em uma rápida participação especial na leve novela das seis da Globo, Eta Mundo Bom!. Na vida real, Pacheco tem opiniões firmes e corajosas. Ele sugere que a TV poderia falar mais, e mais abertamente, sobre sexualidade. Em entrevista ao webprograma Senta que lá Vem!, Pacheco defende uma televisão aberta menos careta e conservadora.

"A TV pode ser muito mais aberta. A gente vem discutindo isso mais abertamente, de fazer uma dramaturgia a respeito. Vemos tanto seriado interessante [que fala sobre sexo]. Eu vejo essa moçada aos 18, 20 anos, eles são muito mais abertos a respeito de sexualidade. A gente precisa falar [sobre isso] mais abertamente", afirma em entrevista ao jornalista Chico Canindé.

O ator estreou na TV em 1999, com uma pequena participação na novela Andando nas Nuvens. Na década seguinte, interpretou um dos personagens mais marcantes de sua carreira: o vilão Leôncio de A Escrava Isaura, da Record. Ele considera o personagem emblemático e crava: se pudesse que repetir alguma de suas performances na TV, escolheria esse.

O sucesso o levou de volta quase imediatamente à Globo. Em 2005, fez seu primeiro grande personagem na emissora, o Cemil de Belíssima, de Silvio de Abreu.

Pacheco, que diz ter mais dificuldade para fazer comédia na TV, tem intercalado o trabalho no teatro com várias participações em produções da Globo. Só neste ano, ele já apareceu em Velho Chico, Eta Mundo Bom! e Ligações Perigosas. Em 2017, o ator terá papel de destaque na próxima novela de Glória Perez, À Flor da Pele, mas confessa que prefere fazer coadjuvantes para conseguir conciliar a TV com os palcos.

"Quando você é protagonista de uma novela, é muito difícil levar as duas coisas [TV e teatro]. Eu faço esses personagens que vêm nas tramas periféricas, que fazem uma sustentação. Eu gosto muito desse lugar, e eu consegui muitas vezes fazer as coisas juntas. Hoje em dia, a geografia, o trânsito, o tempo, não ajudam muito. Acredito que ano que vem vai ser mais difícil fazer teatro com a novela da Glória, das nove, que tem um volume de trabalho muito maior. Vou me concentrar na novela no ano que vem", conclui.

Confira a entrevista no vídeo a seguir:

 


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