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EX-SÓCIO

Irmão de Emicida nega ter desviado milhões de empresa: 'É muito triste'

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

Montagem de fotos Emicida e o irmão, Evandro de Oliveira

Emicida e o irmão, Evandro de Oliveira, o Fióti; os dois romperam parceria após 16 anos

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 1/4/2025 - 19h54

Evandro de Oliveira, o Fióti, negou ter desviado R$ 6 milhões da empresa Laboratório, na qual atuava junto com o irmão, o cantor Emicida. O empresário se manifestou sobre o assunto nesta terça (1º) e lamentou nas redes sociais a exposição que tem sofrido. "É muito triste", escreveu. 

O pronunciamento foi feito poucos dias depois de Emicida anunciar o fim da parceria dos dois; eles trabalharam juntos durante 16 anos. "Quem caminha comigo há mais de 18 anos à frente de projetos e equipes sabe da minha ética, transparência e honestidade --valores que trago de casa e que jamais trairei", declarou o parente do artista. 

"É muito triste ver exposta a situação contratual e jurídica do grupo empresarial que fundei ao lado do meu irmão há 16 anos, assim como as complexas implicações familiares envolvidas. Apesar das divergências, sigo buscando resolver essa situação da forma mais respeitosa e justa possível, como sempre fiz", completou ele. 

Junto do texto, Fióti compartilhou uma nota emitida por sua equipe jurídica. No documento, ele nega ter desviado qualquer valor da empresa em que trabalhou ao lado de Emicida. Confira na íntegra o conteúdo do post:

"Diante das matérias publicadas na imprensa hoje, Evandro Fióti vem esclarecer: Nunca desviou qualquer valor da LAB Fantasma ou de empresas do grupo. Todas as movimentações feitas durante sua gestão foram transparentes, registradas e seguindo os procedimentos financeiros adotados pelos gestores, assim como as retiradas de lucros ao sócio e artista Emicida.

A administração das empresas sempre foi conjunta, conforme acordo formal ratificado assinado por ambos em dezembro de 2024, que estabelecia, entre diversas premissas e declarações de parte a parte, a gestão compartilhada das empresas, a divisão igualitária de ativos e passivos (50% para cada sócio), além do conhecimento prévio a ambos acerca de movimentações financeiras relevantes.

A acusação de 'desvio' é falsa e inverte os fatos. O próprio processo judicial contém documentos que comprovam que Emicida recebeu valores superiores, incluindo distribuições de lucros acordadas entre as partes. A divulgação distorcida de informações parciais de um processo é gravíssima e será tratada com as medidas legais cabíveis, em todas as esferas, inclusive penal. Evandro reafirma seu compromisso com a verdade, a transparência na gestão e o respeito à história construída junto à LAB Fantasma."

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