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Astro mirim nos anos 1970, Ferrugem revela que fez tratamento para crescer

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O ator e comediante Ferrugem em entrevista à reporter Marcela Monteiro, no Vídeo Show  - Reprodução/Globo

O ator e comediante Ferrugem em entrevista à reporter Marcela Monteiro, no Vídeo Show

REDAÇÃO - Publicado em 11/10/2017, às 15h20

Astro mirim nos anos 1970 e 1980, o comediante Luiz Pereira Neto, conhecido como Ferrugem, revela que fez tratamento nos Estados Unidos para ficar um pouco mais alto. Aos 49 anos, hoje ele tem 1,65 metro de altura, 15 centímetros a mais do que tinha aos 35, antes de passar pelo procedimento. Ferrugem marcou a geração que cresceu vendo TV há quatro décadas com participações em programas como Os Trapalhões.

"Descobri que tinha um problema de nascimento [de deficiência de produção de hormônios de crescimento], mas na época era muito caro [para tratar no Brasil]. Tive a oportunidade de morar nos Estdos Unidos na década de 1990 e pude fazer um tratamento gratuito, tive muita sorte. Pude fazer um pouco mais de sombra (risos). Isso me deu uma energia extra, tenho muito mais energia pra trabalho", contou o ator na edição desta quarta (11) do Vídeo Show.

Ferrugem parou de crescer aos 11 anos, período em que começou a chamar a atenção das pessoas por ser uma "criança diferente". O ator se destacava na TV pelos cabelos ruivos e ganhou seu apelido do humorista Lúcio Mauro. "Ele falava: "Você enferrujou, tomou sol de peneira, tomou banho e não se enxugou", lembra.

Aos 8 anos, Ferrugem estreou na TV no programa Gente Inocente (1974), da Tupi. Começou a mostrar seu talento para comédia ao atuar em atrações como Reapertura (1981) e Boa Noite, Cinderela (1977), da TVS, de Silvio Santos.

Na Globo, ele atuou em Os Trapalhões (1977), no remake de Balança Mas Não Cai (1982), A Turma do Balão Mágico (1984), Sítio do Picapau Amarelo (1977) e especiais de Ziraldo. "Lembranças maravilhosas. Quem me apadrinhou foi Costinha", lembra.

Após voltar dos Estados Unidos, no fim da década de 1990, Ferrugem foi para a MTV, onde trabalhou como assistente de João Gordo no programa Os Piores Clipes do Mundo (2002).

Longe da TV, ele trabalha como professor de música e teatro e toca bateria na banda Os Inoxidáveis. "Chama Os Inoxidáveis porque não enferruja", brinca.

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