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TV do futuro

Telecine vai alugar filme na web para não-assinante de TV paga

Divulgação

Reynaldo Giannechini em cena do filme Se Puder... Dirija, a estrear em breve nos canais Telecine - Divulgação

Reynaldo Giannechini em cena do filme Se Puder... Dirija, a estrear em breve nos canais Telecine

Daniel Castro

Publicado em 1/9/2013 - 13h10
Atualizado em 17/9/2013 - 13h15

Avanço dos serviços de distribuição de vídeo pela internet, liderado pelo Netflix, faz rede de canais de filmes da Globo vender pela primeira vez pacotes de assinaturas que darão acesso a 1.500 filmes em PCs e tablets por R$ 30 por mês. Serviço de TV pela web vai liderar mercado, diz empresa

Para conter o avanço de plataformas de distribuição de vídeo pela internet, como a Netflix, os canais Telecine vão começar a vender assinaturas de pacotes que darão acesso ao seu conteúdo a não-usuários de televisão por assinatura.

A medida marca um um novo modelo nessa indústria. Será a primeira vez que uma programadora de televisão por assinatura, histórica aliada das operadoras de TV a cabo e por satélite, passa a vender todo o seu conteúdo pela internet.

A operação, no entanto, passará pelas operadoras de TV paga. De acordo com João Mequita, diretor-geral dos canais Telecine, a venda será feita pelas operadoras.

O preço ainda está em discussão, mas deverá ser algo muito próximo ao o que os canais Telecine custam aos assinantes de TV paga: em torno de R$ 30 reais.

Segundo Mesquita, uma pesquisa da Accenture diz que 32% dos brasileiros estão dispostos a pagar até R$ 30 mensais por VOD (video on demand). Nesse mercado, que funciona como uma locadora via TV por assinatura, o Telecine registrou no primeiro semestre deste ano 2 milhões de transações. Um único filme chegou a vender mais de 100 mil locações a R$ 9,90 cada. "É um mercado que dobra a cada ano", afirma Mesquita.

O conteúdo já foi definido. Serão os mesmos 1.500 filmes do catálogo do Telecine Play, serviço de TV everywhere dos canais Telecine. O Telecine Play está disponível apenas aos assinantes dos pacotes que têm os canais da rede e pode ser visto PCs, tablets e smartphones.

TV do futuro

Em um debate na última feira da ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura), no início de agosto, o consumo de conteúdo de televisão pela internet se mostrou como o futuro inevitável dessa indústria.

Segundo Marcelo Assumpção, diretor regional da DLA (empresa de projetos de plataformas de VOD), os serviços de OTT (Over The Top), como são chadadas as operações de vídeo pela web (Netflix, Telecine Play), vão a médio prazo assumir a liderança do mercado de distribuição de audiovisual.

Neste ano, as empresas de OTT vão faturar 731 milhões de dólares na América Latina, com 2,5 milhões de assinantes.

Em 2017, projeta Assumpção, serão 27 milhões de assinantes na região. O volume de transações (vendas de filmes e séries) saltará dos 40 milhões atuais para 788 milhões.

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