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Canal Sony estreia Breakout Brasil, reality show 'anti-SuperStar'

Divulgação/Sony

Lucas Silveira, Bianca Jhordão e Supla, jurados do reality show Breakout Brasil, que estreia neste domingo (19) - Divulgação/Sony

Lucas Silveira, Bianca Jhordão e Supla, jurados do reality show Breakout Brasil, que estreia neste domingo (19)

DANIEL CASTRO

Publicado em 19/10/2014 - 10h46

Breakout Brasil, estreia de hoje (19) à noite no canal Sony, é um anti-SuperStar declarado. A desafinação dos vocalistas é tolerada na competição, que começa com 12 bandas selecionadas entre 6.000 inscritas. "Desafinar não é tão importante. O programa é mais focado no desenvolvimento da banda como um todo", avisa o produtor musical Dudu Marote. O jurado Supla lembra que nas gravações se revelou "um cantor maravilhoso", mas a "alma não passou".

Outra característica que o diferencia Breakout Brasil do reality musical da Globo: as bandas são autorais, têm suas próprias músicas, não fazem apenas covers. "Nem um rifizinho de cover foi tocado", diz o produtor-executivo José Mangini, da Delicatessen. O rock e o pop dominam entre as competidoras, mas há também reggae e MPB, em menor escala. 

Os oito episódios do programa foram todos gravados em 16 diárias em Cotia, na Grande São Paulo. No estúdio, foram montados três palcos _enquanto uma banda se apresentava, a outra se preparava e uma terceira "secava".

A cada episódio, as bandas enfrentam "duelos musicais" e "desafios" que as testam para o mercado fonográfico, já que o prêmio é um contrato com a Sony Music. Na estreia, todas têm que impressionar os jurados (além de Supla, a cantora Bianca Jhordão e Lucas Silveira, do Fresno). Saem três. Nos episódios seguintes, uma banda é eliminada.

Entre os "desafios", os 51 músicos que participam do reality show têm que musicar uma composição de um convidado, tocar canção de outra banda do reality, fazer trilha de vídeo promocional de seriado da Sony, tocar uma música de uma década distante (anos 1950 a 1980), se apresentar no topo de um edifício em São Paulo, aprender a se "anunciar" (fazer fotos, entrevistas) e fazer show para o público na grande final.

Segundo Alberto Nicoli, vice-presidente sênior dos canais Sony, Breakout Brasil é um formato que nasceu na internet, no Reino Unido. O Brasil é o primeiro país a levá-lo para um canal linear. Uma primeira versão, mais compacta, já foi apresentada pelo Sony Spin. Ao todo, a produção envolveu 200 profissionais, que utilizaram nove câmeras e 60 microfones de lapela em quatro sets de gravação.

Com apresentação de Edu K, da banda gaúcha oitentista DeFalla, o programa irá ao ar aos domingos, às 21h30, com reprises às quintas.

Confira um vídeo promocional exclusivo de Breakout Brasil:

Conheça as 12 bandas partipantes do programa:

Sambaben: Formada em Ouro Preto (MG) em 2011, a banda tem seis integrantes. O nome é uma homenagem a Jorge Ben Jor. Mescla referências como Ed Motta, Seu Jorge, Djavan, Funk Como Le Gusta, Farofa Carioca e Chico Buarque em uma pegada de samba-rock.

Inner: Os quatro integrantes da banda, formada em Getúlio Vargas (RS), estão juntos há um ano. Com um hard rock que presta tributo a nomes como Foo Fighters, Linkin Park e Avenged Sevenfold, a Inner alia rifes rápidos de guitarra a letras existenciais e humanitárias.

Obey: Direto de Juiz de Fora (MG), a Obey traz uma formação clássica de guitarras, baixo e bateria em um rock vibrante e energético com inspiração em NOFX e New Found Glory em uma linha autoral de composições próprias.

Setor5: Banda de Barra Velha, no litoral norte de Santa Catarina, produz um pop com tons de surf music, reggae e rock influenciados por bandas brasileiríssimas como Charlie Brow Jr, Jota Quest e Skank.

Moana: Com um nome que significa “imensidão do mar”, a capixaba Moana, de Vitória, tem seis integrantes e funde pop e reggae com surf music e ska. Entre as inspirações, a banda cita nomes como Sublime, Natiruts  e Jack Johnson.

The Outs: Banda formada por garotos que venceram um concurso de covers do Oasis em 2008, na Inglaterra, tem uma sonoridade sessentista. Suas canções psicodélicas moldadas num britpop de alma carioca tem influências de Beatles, Led Zeppelin, The Doors, Beach Boys, Pink Floyd e Black Keys.

Capela: mistura o universo popular brasileiro e com um toque de classe. Esse trio paulista pretende trazer um gás para a nova cena brasileira. É a banda mais MBP da competição.

Jéf: Cantor nascido no interior do Rio Grande do Sul, faz canções folk com letras carregadas de amor, simplicidade e admiração pela vida. Influências musicais: The Beatles, Los Hermanos, Glen Hansard, Roberto Carlos.

The Ladies: Duo feminino foi formado em 2008, já abriu show do Paramore para 4.000 pessoas em Belo Horizonte. As meninas tem como bandas influentes Joan Jett & the Blackhearts, Ramones e The Runaways.

Retrosense: Formada em 2012, a banda de rock alternativo de Maringá conta com vocal feminino e letras em inglês e influências diversas como Guns n' Roses, Paramore, The Beatles, Linkin Park, Roxette, Rosa de Saron e The Cranberries.

Donna Duo: Diretamente da região Sul do Brasil, as duas garotas são multi-instrumentistas, cantoras e compositoras. Com um som baseado em voz, baixo e guitarra, elas compõem faixas pop que dialogam com diferentes ritmos do samba ao folk.

Welkome:  Quinteto de Belo Horizonte que produz um indie rock influenciado por nomes da cena “Madchester” (movimento musical que engloba diversas bandas britânicas dos anos 1970 e 1980) e atual como Franz Ferdinand, Two Door Cinema Club e The Wombats.

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