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Dez séries de 2015 que você não pode deixar de ver em 2016

Divulgação/USA Network

O ator Rami Malek em Mr. Robot; série que critica o capitalismo foi destaque em 2015 - Divulgação/USA Network

O ator Rami Malek em Mr. Robot; série que critica o capitalismo foi destaque em 2015

JOÃO DA PAZ

Publicado em 30/12/2015 - 6h34

A briga pelo título de melhor série de 2015 é acirrada. Mr. Robot, com três indicações ao Globo de Ouro de 2016, tem a seu favor a trama ousada e a história envolvente sobre um time de hackers esquerdistas tentando quebrar o capitalismo, enquanto UnReal desvenda a farsa que é um reality show de namoro. Já Empire, também no Globo de Ouro, conseguiu a proeza de dobrar a audiência da estreia para o último episódio. As três atrações estão no topo de lista de dez séries estreantes em 2015 que, se você ainda não viu, não pode deixar de assistir em 2016.

Confira a lista (em ordem alfabética):

divulgação/abc

Em Agent Carter, Hayley Atwell esbanja elegância como uma secretária e agente secreta

Agent Carter

Uma mulher tida como uma mera secretária, reconhecida apenas por trazer um café quente para o chefe, rejeita essa rotina e se aventura como heroína. O que poderia ser uma apresentação de Supergirl é, na verdade, da série Agent Carter (AXN), que mostra as missões secretas de Peggy Carter (Hayley Atwell) em meio à rotina burocrática de uma agência de espionagem do governo dos Estados Unidos. Diferentemente da Supergirl, Peggy não tem superpoderes, mas isso não a impede de ir para rua e combater o crime. Ambientada em 1946, a primeira temporada a traz ela aceitando uma missão dada pelo pai do Homem de Ferro, Howard Stark (Dominic Cooper). No universo da Marvel, Peggy se envolveu com o Capitão América, conforme mostrado no filme Capitão América: O Primeiro Vingador (2011).

DIVULGAÇÃO/abc

Regina King fez uma muçulmana fervorosa em American Crime e levou um Emmy para casa

American Crime

A estreia de John Ridley, vencedor do Oscar de diretor em 2013 por 12 Anos de Escravidão, como criador de uma série de TV foi avassaladora. O drama American Crime (AXN), que a cada temporada vai trazer uma história diferente, conquistou o público e a mídia especializada. O resultado foram cinco indicações ao Emmy, incluindo uma para Ridley (melhor roteiro de série limitada) e uma para Regina King, que levou para casa o troféu de melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme. A primeira temporada de American Crime chamou a atenção por abordar temas delicados como racismo e xenofobia. Os protagonistas Felicity Huffman e Timothy Hutton, assim como Regina, retornarão para o segundo ano.

divulgação/amc

O ator Bob Odenkirk manteve em Better Call Saul as caras e bocas da saudosa Breaking Bad

Better Call Saul

Cercado de grande expectativa, Better Call Saul (Netflix) estreou com a responsabilidade de entregar para os fãs de Breaking Bad uma história tão boa quanto a série-mãe. Não chegou a tanto, mas também não fez feio. O The New York Times chegou a chamá-la de "melhor do que boa". A atração conta como o defensor público James McGill (Bob Odenkirk) se tornou o advogado malandro do traficante Walter White (Bryan Cranston), sete anos antes de os dois se conhecerem em Breaking Bad. Better Call Saul arrebatou quatro indicações ao Emmy, mas não venceu nenhuma. Entre as disputas, estava nas categorias melhor série dramática e melhor ator em série dramática (Odenkirk).

DIVULGAÇÃO/NETFLIX

Bloodline teve dois atores que se sobressaíram: Ben Mendelsohn (à esq.) e Kyle Chandler

Bloodline

Uma trama pouco inovadora, mas contada de uma forma surpreendente, coloca Bloodline no topo entre as estreias da Netflix em 2015. As vidas de todos os integrantes de uma família da Flórida, os Rayburn, são afetadas com a volta para casa da ovelha negra, e filho mais velho do clã. Aos poucos, um passado sombrio e misterioso vem à tona como em todo bom drama familiar. Com uma atuação mais do que marcante, Ben Mendelsohn, intérprete de Danny (a ovelha negra), é a grande estrela da série. O trabalho rendeu ao ator uma indicação ao Emmy. Quem também foi nomeado ao Oscar da TV por Bloodline foi o protagonista Kyle Chandler, conhecido pelos papéis em Edição de Amanhã (1996-2000) e Friday Night Lights (2006-2011). 

DIVULGAÇÃO/FOX

No papel de Cookie em Empire, Taraji P. Henson dita moda; atriz concorre ao Globo de Ouro

Empire

Lançada em janeiro, a primeira temporada de Empire fez tanto sucesso (atingiu 17 milhões de telespectadores no último episódio, em março) que a Fox não esperou até 2016 para lançar a segunda leva. O drama sobre uma família de músicos negros em luta para herdar o comando de uma gravadora voltou com novos episódios em setembro, mês das estreias mais nobres da TV norte-americana (a chamada fall season). A série é uma das poucas que da Fox que é exibida mundialmente no mesmo dia dos EUA. No Brasil, vai ao ar nas noites de quarta, no canal Fox Life. No próximo Globo de Ouro, Empire vai concorrer em duas categorias: melhor série dramática e melhor atriz em série dramática (Taraji P. Henson, uma produtora musical barraqueira que foi parar na cadeia). 

DIVULGAÇÃOI/uSA NETWORK

Os atores Christian Slater e Rami Malek formaram uma dupla perfeita na série Mr. Robot

Mr. Robot

Uma das séries com mais indicações ao Globo de Ouro de 2016, Mr. Robot (exibida pelo Space) é a mais inovadora do ano, tanto nos enquadramentos quanto na narrativa, que não permite ao telespectador saber exatamente se está vendo algo "real" ou um delírio do protagonista. Mr. Robot faz uma severa crítica ao capitalismo ao mostrar um grupo de hackers esquerdistas que planeja derrubar uma megacorporação empresarial e, assim, comprometer todo o capital global. O entrosamento fino entre os protagonistas Rami Malek e Christian Slater, o Mr. Robot, é digno de registro. 

DIVULGAÇÃO/MTV

John Karna e Willa Fitzgerald em Scream; série da MTV dos EUA chegou ao Brasil pela Netflix

Scream

A MTV acertou a mão ao adaptar para TV a história contada na franquia cinematográfica Pânico. Intitulada Scream, disponível no Brasil na Netflix, a série estreou com dez episódios cheios de suspenses e terror, elementos gerados por um matador mascarado. Quem mergulha na trama se vê entre os personagens tentando adivinhar a identidade do serial killer que ataca adolescentes em uma cidade do interior dos Estados Unidos. O elenco lembra os filmes manjados de adolescentes de indústria hollywoodiana, mas os atores não decepcionam nas atuações de personagens clichês como a garota mais popular da escola, a rica mimada e chata, o bonitão bobão e cheio de si, o nerd, a vítima de bullying, entre outros.

divulgação/abc

A atriz Juliette Lewis na série Secrets and Lies; ela vai voltar para a segunda temporada

Secrets and Lies

A principal atração de Secrets and Lies (Sony) se chama Juliette Lewis. Ela dá um show interpretando a detetive Andrea Cornell. É um trabalho tão bem feito que ela será a única atriz a retornar na segunda temporada _Secrets and Lies segue a linha de séries que a cada ano conta uma história diferente. Cornell investiga a morte de uma criança de 4 anos. O pai, interpretado por Ryan Phillippe, é considerado o principal suspeito do crime. Já na nova temporada, a detetive terá a responsabilidade de descobrir quem matou uma mulher (vivida pela atriz britânica Kate Ashfield) que acabou de se casar.

divulgação/netflix

Coadjuvante em The Office, Ellie Kemper ganhou o protagonismo em comédia da Netflix

Unbreakable Kimmy Schmidt

Uma das melhores novas comédias da TV, Unbreakable Kimmy Schmidt (Netflix) trouxe um ar de ingenuidade com a história maluca de Kimberly Schimdt (Ellie Kemper). Ela ficou presa em um bunker durante 15 anos, presa por fazer parte de uma seita que acredita que o mundo foi destruído em um apocalipse. Após ser resgatada, ela decide ir para Nova York recuperar o tempo perdido. A força da série está aí: uma jovem do interior vai para a cidade grande e, sem qualquer malícia ou trejeito, enfrenta o mundo moderno. No Emmy de 2015, teve sete indicações, incluindo melhor série de comédia. Não venceu em nenhuma categoria.

divulgação/lifetime

Shiri Appleby faz uma produtora maquiavélica em um reality de namoro na série UnReal 

UnReal

UnReal, que chega ao Brasil em 2016 pelo canal Lifetime, disputa com Mr. Robot e Empire o rótulo de série sensação de 2015. A atração mostra os bastidores de um reality show de namoro com todos os podres e armações que ocorrem por trás das câmeras, desde estratégias para favorecer uma participante mais interessante a histórias e cenas fabricadas. Quem está na linha de frentes dessas maracutaias é a produtora Rachel Goldberg (Shiri Appleby). A revista Time comparou a personagem de Shiri com os anti-heróis mais famosos da TV: Walter White (Bryan Cranston), de Breaking Bad; Tony Soprano (James Gandolfini), de The Sopranos; e Don Draper (Jon Hamm), de Mad Men.

DIVULGAÇÃO/FX

Kirsten Dunst na segunda temporada de Fargo, estreia dela como protagonista em uma série 

► Menção honrosa 1: Fargo (segunda temporada)

Uma das melhores séries da atualidade não é exibida no Brasil. Trata-se de Fargo, atração que estreou em 2014. A segunda temporada é tão impactante e imperdível quanto a de estreia e traz no elenco atores de alto calibre, como Kirsten Dunst, Patrick Wilson e Ted Danson. A primeira temporada foi arrebatadora e teve 18 indicações ao Emmy, vencendo três categorias, incluindo melhor minissérie. O segundo ano cravou três nomeações ao Globo de Ouro. A produção, que na temporada foi ambientada em 2006, volta a 1979 para contar a história de uma cabeleireira (Kirsten Dunst) que atropela acidentalmente o herdeiro de uma poderosa família da gelada Dakota do Norte e desencadeia uma sangrenta guerra entre mafiosos.

divulgação/hbo

A atriz Ann Dowd confronta Justin Theroux em cena da segunda temporada de The Leftovers

► Menção honrosa 2: The Leftovers (segunda temporada)

Quem brilhou em 2015 e merece destaque é The Leftovers. A segunda temporada da série foi impactante com uma história surpreendente. A família Garvey, chefiada pelo ex-policial Kevin (Justin Theroux), se muda de Nova York para uma cidade do Estado do Texas que se gaba por não ter tido nenhuma pessoa arrebatada no fenômeno que fez desaparecer 2% da população mundial. Lá, porém, Kevin convive com o fantasma de Patti Levin (Ann Dowd), líder da seita Guilty Remnant que se matou na frente dela na temporada passada. Ela o atormenta onde quer que vá e Kevin toma as atitudes mais extremas para se livrar da assombração. 


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