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O AGENTE SECRETO

Wagner Moura revela a ajuda que pediu a Fernanda Torres para campanha do Oscar

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Wagner Moura está sorridente em um cenário todo de madeira

Wagner Moura em entrevista ao Fantástico deste domingo (9); ator pode concorrer ao Oscar

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 9/11/2025 - 23h30

Astro do longa O Agente Secreto, representante do Brasil no Oscar 2026, Wagner Moura conta com uma ajudinha especial de Fernanda Torres para fazer sua campanha para a premiação --além de a produção disputar uma vaga na categoria melhor filme internacional, ele também tem grandes chances de ser indicado por sua atuação.

Em entrevista a Maria Júlia Coutinho no Fantástico deste domingo (9), o baiano falou que conversou com a atriz --nomeada neste ano por Ainda Estou Aqui-- e com o diretor Walter Salles sobre o que o aguarda nos próximos meses, do anúncio dos pré-indicados em 16 de dezembro até a cerimônia de entrega das estatuetas, marcada para 15 de março.

"Eu conversei, claro, e ainda converso com o Waltinho, que tem aquela sabedoria toda dele, e me orienta muito. E encontrei com Nanda também, que é minha superamiga. É uma maratona, tem que viajar, falar do filme, encontrar as pessoas, ir para os festivais", listou Moura. "Mas já vi que você está com gás para a campanha", observou Maju. "Eu estou!", concordou ele.

O ator explicou que O Agente Secreto tem tido boa repercussão com a crítica porque é "um filme sobre um homem que resolve manter-se fiel aos seus valores, quando tudo que está ao redor dele diz o contrário".

Maju ainda quis falar sobre Tânia Maria, artesã de 78 anos que rouba a cena no filme na pele de Sebastiana e chegou a ser inserida na corrida pelo Oscar de coadjuvante --mesmo não tendo ideia do que é um Oscar. "Ela se coloca de forma tão inteira, tão honesta e tão ela. É uma beleza de ver", elogiou Moura.

Wagner Moura voltaria a fazer novela?

Com a carreira internacional a todo vapor, parece pouco provável que Moura tope o compromisso de atuar em uma novela --mesmo antes de virar um talento tipo exportação, ele fez apenas dois folhetins, A Lua me Disse (2005) e Paraíso Tropical (2007), ambas na Globo.

O ator, porém, admitiu que tem boas recordações das experiências. "Quando eu fazia novelas, eu me sentia um ator muito brasileiro, eu estava fazendo aquilo que é um produto muito característico da cultura brasileira", valorizou.

Ele ainda apontou que, quando começou a atuar em inglês e espanhol, ficou um pouco confuso. "Javier Bardem, que é um ator que eu adoro, falou assim: 'Quando eu estou atuando em inglês, é como se dentro da minha cabeça tivesse um escritório, com as pessoas trabalhando praquilo dar certo'. E eu acho essa metáfora perfeita (risos). Hoje em dia eu ligo muito menos, hoje eu chego lá e faço", explicou.

Por fim, Wagner Moura deu detalhes do longa Last Night at the Lobster, produção norte-americana que ele dirige e atua. "É o primeiro filme que eu vou dirigir nos Estados Unidos, e vou atuar também, é a primeira vez que dirijo e atuo no mesmo filme, e em inglês!", apontou. "É um típico filme de Natal norte-americano, só que com a minha cara, porque a mágica vem das pessoas."


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