ESTREOU!
REPRODUÇÃO/SBT

Carlos Massa, o Ratinho, fez suspense sobre a estreia do No Alvo durante seu programa ao vivo
Após Pablo Marçal ter supostamente tentado impedir na Justiça a exibição do No Alvo, cuja estreia estava marcada para a noite desta segunda-feira (14), o SBT usou o entrave jurídico como uma ferramenta de marketing para promover a estreia da atração. A emissora fez suspense até o último minuto se o programa entraria ou não no ar. Na terça (15), o coach revelou que tudo não passou de uma estratégia de divulgação.
Logo no início do Programa do Ratinho, às 22h20, Carlos Massa já adiantou o clima de incerteza sobre a grade. "É um programa novo. Hoje, no No Alvo, estará o Pablo Marçal. Ele já gravou o programa. Só que ele entrou na Justiça e não quer deixar o programa [ser exibido]", explicou o comunicador.
Ratinho se mostrou revoltado com a situação. "Que conversa é essa? Então por que é que veio aqui? O ex-governador [João] Doria veio e na terceira pergunta foi embora. E proibiu [a exibição]. Mas eu acho que os advogados do SBT, que são competentes, têm que botar o programa no ar. Eu vou informando se o programa vai ser exibido ou não...", prometeu.
Depois de muita enrolação, com a promessa da volta da Banheira do Gugu e a apresentação de alguns calouros no Dez ou Mil, Massa trouxe uma atualização mais de 40 minutos depois, às 23h08.
"Estão falando pra mim que não sabem se o No Alvo vai pro ar. É uma falta de respeito não ir pro ar! Fica anunciando, vi várias chamadas no domingo [13], depois não põe no ar? Tem que por no ar, o jurídico depois resolve!", falou o apresentador, que tem boa relação com os executivos do SBT.
"Se tiver que levar processo, leva processo! Se tiver que prender Rinaldi [Faria, novo superintendente de criação e produção de conteúdo da emissora], prende Rinaldi. Se tiver que prender Daniela [Beyruti, presidente do SBT], prende a Daniela", provocou Ratinho.
"Quem manda é o povo! Daniela, mete no ar. Qualquer coisa, depois manda o Marçal vir falar comigo! Na minha opinião, mete no ar e deixa o pau comer", sugeriu o apresentador, que exibiu mais apresentações do Dez ou Mil até colocar brevemente a Banheira do Gugu no ar, com as participações especiais de Yuri Bonotto, ex-bombeiro da Eliana, e Renata Frisson, a Mulher Melão.
Depois de quatro rápidas rodadas de um minuto de os convidados seminus tentando pegar sabonetes, Ratinho encerrou a brincadeira de maneira apressada. "A Justiça liberou o programa No Alvo. Começa agora", falou ele às 23h24, enquanto Renata rebolava com o bumbum virado para a câmera.
Rapidamente, o tom exagerado do Programa do Ratinho deu lugar para o clima tenso do No Alvo, com direito a um recado inicial para eximir a emissora da responsabilidade de alguma eventual declaração bombástica. "As opiniões expressas neste programa são de responsabilidade exclusiva dos entrevistados e não refletem a posição do SBT."
O coach Pablo Marçal, escalado como o primeiro entrevistado do No Alvo, tentou barrar a exibição do novo programa do SBT. Segundo o site TV Pop, o ex-candidato a prefeito de São Paulo tentou intimidar a emissora com uma notificação extrajudicial. Ele teria se arrependido do documento assinado no dia da gravação, que previa a cessão de sua imagem indefinidamente.
Durante o programa Turma do Ratinho, da rádio Massa FM, Carlos Massa avisou que Marçal havia entrado na Justiça para o programa não ir ao ar. "Parece que tem uma liminar para proibir a veiculação do programa. Os advogados do SBT estão tentando reverter, mas ele entrou na Justiça para o programa não ir ao ar", disse o apresentador Murilo Bordoni.
Já durante o Fofocalizando, o diretor Marcio Esquilo, responsável tanto pelo programa vespertino quanto pelo No Alvo, especulou que a atração tinha tudo para ir ao ar. Ele afirmou que esteve em contato com a equipe jurídica do SBT e disse que o programa estrearia "se Deus quiser".
Procurada pela reportagem do Notícias da TV ao longo da segunda-feira, a assessoria do SBT limitou-se a dizer que não ia se manifestar sobre o caso.
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