A gente manda.
Você recebe.
Depois manda a real pra todo mundo.
EM ESPERA
REPRODUÇÃO/SBT

O apresentador Rodrigo Bocardi no Show do Milhão, do SBT; ele está nos planos da emissora
O SBT quer contar com Rodrigo Bocardi ainda em 2026, mas não tem pressa para fechar os detalhes de um possível acordo. A ideia inicial é que o jornalista ocupe a faixa do fim de tarde, hoje preenchida pela nova versão do Aqui Agora –um dos pontos fracos da emissora de Silvio Santos (1930-2024) no Ibope da Grande São Paulo.
De acordo com o colunista Flávio Ricco, do Portal Leo Dias, as negociações estão sendo realizadas sem pressa por um motivo bem simples: a Copa do Mundo. A competição vai ser exibida pela rede dos Abravanel pela primeira vez em 28 anos, com Galvão Bueno como locutor principal.
Boa parte dos jogos será exibida entre o fim da tarde e o início da noite, justamente a faixa pensada para o novo programa de Bocardi. Por isso, a avaliação é que seria mais prudente esperar o fim do torneio, disputado entre junho e julho, para lançar a atração sem sobressaltos.
Recentemente, Bocardi afirmou em entrevista à LeoDias TV que foi “injustiçado” em sua saída da Globo. O ex-âncora do Bom Dia São Paulo confirmou que a passagem é uma página virada de sua história, mas ressaltou que as denúncias feitas contra ele nunca foram comprovadas.
"Eu já falei isso em outras vezes, mas eu me considero injustiçado nesse episódio. Para mim, eu fui injustiçado. Nenhuma prova daquilo que eu fui acusado foi apresentada. E eu tenho a tranquilidade de que isso não existe. É um outro movimento, uma outra história, que para mim, também, é importante falar isso...", ressaltou o jornalista.
De acordo com Bocardi, a demissão acabou tendo um resultado positivo, pois deu a ele o empurrão para tentar coisas novas. "As pessoas têm que entender uma coisa. Eu já havia dito há mais de dois, três anos, para todo mundo que possa interessar: eu já não aguentava mais e não queria mais acordar 4h, 4h30. Foram 13 anos, 13 anos!", ressaltou.
"E eu não tinha vontade nem desejo de fazer nenhum outro produto jornalístico que tivesse uma característica diferente daquele que eu fazia. Eu não tinha prazer, de verdade. Acreditem nisso, por favor. Você não é obrigado a aceitar... As pessoas olham e falam: 'Mas como você não quer?'. Gente, eu não queria, eu não sentia prazer naquilo", falou ele.
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