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REPRODUÇÃO/SBT

Pablo Marçal na estreia do programa No Alvo; SBT usou suposta censura para divulgar atração
Pablo Marçal negou que tenha tentado censurar a estreia do programa No Alvo na noite de segunda-feira (14). O SBT fez suspense sobre a exibição da atração até o último minuto, citando um entrave jurídico que poderia impedi-la de ir ao ar. Mas, segundo o coach, tudo não passou de uma estratégia de marketing.
"Não houve censura de minha parte, muito pelo contrário. Eu mesmo já tinha compartilhado que estaria no programa, antes de ir ao ar", escreveu ele nos Stories de seu Instagram nesta terça-feira, depois de passar o último dia sem se pronunciar sobre o caso.
"Vi que surgiram alguns rumores de que eu queria que a entrevista fosse cancelada, mas preferi não contestar. Quem vive de propósito entende que até o silêncio pode ser estratégico", filosofou Marçal na rede social.
"No fim das contas, isso ajudou a turbinar a audiência, e eu fiquei feliz em contribuir com isso. Ajudar a emissora a conquistar o segundo lugar foi uma alegria", sentenciou o coach. De fato, o No Alvo venceu a Record ao longo de sua exibição, com 4,1 pontos contra 2,8 na Grande São Paulo.
O Notícias da TV havia especulado que a suposta censura poderia ser uma tentativa de divulgação do programa. Tudo foi tão exagerado que o apresentador Ratinho chegou a sugerir que a emissora desafiasse a suposta decisão judicial, mesmo que isso resultasse na prisão da presidente Daniela Beyruti e do superintendente Rinaldi Faria.
O fato de a assessoria da emissora não ter se posicionado também levantou suspeitas, assim como a decisão do SBT de continuar exibindo comerciais divulgando a atração --e vinhetas durante o próprio Programa do Ratinho--, mesmo sob a suposta impossibilidade de estrear o No Alvo.
"Estão falando pra mim que não sabem se o No Alvo vai pro ar. É uma falta de respeito não ir pro ar! Fica anunciando, vi várias chamadas no domingo [13], depois não põe no ar? Tem que por no ar, o jurídico depois resolve!", falou Carlos Massa durante seu programa ao vivo.
"Se tiver que levar processo, leva processo! Se tiver que prender Rinaldi, prende Rinaldi. Se tiver que prender Daniela, prende a Daniela", provocou Ratinho, citando a filha de Silvio Santos (1930-2024) e o novo executivo de criação e produção de conteúdo da emissora.
"Quem manda é o povo! Daniela, mete no ar. Qualquer coisa, depois manda o Marçal vir falar comigo! Na minha opinião, mete no ar e deixa o pau comer", sugeriu o apresentador, em clima de revolta.
Quem assistiu ao programa viu que a entrevista não teve nada de tão impactante que justificasse a possível tentativa de censura. O momento mais forte foi quando Marçal assumiu que errou ao provocar o apresentador José Luiz Datena durante o debate com os candidatos à prefeitura de São Paulo em 2024 --no qual acabou levando uma cadeirada ao vivo.
"Aproveito para pedir perdão ao Datena, porque percebi que no debate ele era o mais fraco emocionalmente. Acho que não teve nada de mais no episódio. Espero que ele me perdoe por tê-lo abalado emocionalmente, ali, naquele dia", acrescentou Marçal. "Não tinha necessidade de ir de ambulância, mas ela estava ali disponível. Nunca o tive como inimigo, perdoei ele no mesmo dia."
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