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REVOLTADO

Globo processa homem que atirou pedras na sede da emissora após ser demitido

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

William Bonner no estúdio do Jornal Nacional com um terno preto, camisa branca e gravata azul, olhando de forma séria para a câmera

William Bonner no Jornal Nacional; motorista demitido por causa do telejornal atirou pedras na Globo

GABRIEL VAQUER E LI LACERDA

vaquer@noticiasdatv.com

Publicado em 19/1/2022 - 6h25

A Globo decidiu processar um motorista que apedrejou a sede da emissora no Rio de Janeiro após ter sido demitido da empresa em que trabalhava. A TV fez um boletim de ocorrência sobre a situação e entrou na Justiça por calúnia, injúria, difamação e dano ao patrimônio. A ação está parada no momento, porque o réu não foi notificado oficialmente.

A celeuma aconteceu em 2017, segundo os autos obtidos pelo Notícias da TV. Reginaldo Obrestes Cristino foi até o prédio de Jornalismo da rede líder, no Jardim Botânico, zona sul da capital fluminense. Logo após descer de um ônibus, ele atirou duas pedras grandes nas janelas do local.

O fato foi registrado pelas câmeras da Globo no local e, rapidamente, seguranças conseguiram interceptá-lo e chamaram a polícia. Na abordagem, os funcionários da Globo o reconheceram por imagens e constataram que ele já havia depredado o local por outras duas vezes.

Questionado sobre os motivos que o fizeram atirar pedras na Globo, ele argumentou que era ódio por ter perdido o emprego por causa da emissora. Em 2015, ele foi flagrado em uma reportagem do Jornal Nacional dirigindo enquanto falava ao celular, o que é uma grave regra de trânsito infringida.

Após seus chefes verem o funcionário na reportagem, optaram pela sua demissão. Rancoroso, o homem passou a atacar a Globo de maneira recorrente. Por isso, os advogados do conglomerado de mídia entraram com um processo na 26ª Vara Criminal do Rio de Janeiro.

Como o homem foi considerado pobre, lhe foram dadas duas opções: o pagamento de R$ 1 mil em multa e indenização para a Globo pelos custos do que foi quebrado ou 30 horas de trabalho em serviços comunitários durante um mês. No entanto, a Justiça não conseguiu achar o acusado em nenhum dos endereços citados por ele.

Desde o ano passado, o caso está parado na Justiça. A Globo aguarda uma resolução e monitora o processo de perto. Tradicionalmente, a emissora não comenta casos sub judice.


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