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Fotos: Reprodução/TV Globo

César Tralli entrou ao vivo na tarde desta terça-feira (25) com uma edição especial do Jornal Nacional
A Globo interrompeu a Sessão da Tarde desta terça-feira (25) para uma edição especial do Jornal Nacional. César Tralli e Renata Vasconcellos apareceram quase cinco horas antes do previsto na programação para anunciar que o ministro Alexandre de Moraes determinou a execução da pena de Jair Bolsonaro. Apesar do plantão exibido no meio do filme Incontrolável (2010), a emissora optou por não utilizar a vinheta que causa terror no público.
O longa estrelado por Denzel Washington e Chris Pine foi cortado no meio, mas a Globo apenas inseriu uma imagem estática com a palavra Plantão e a marca da emissora, cortando em seguida para Tralli --que pareceu até perdido inicialmente pela falta do tema musical criado por João Nabuco. A trilha foi executada apenas no encerramento do plantão, às 15h53.

Apenas imagem estática marcou início da transmissão
"Três horas mais 31 minutos, hora de Brasília. O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes decretou agora há pouco a execução da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros réus do núcleo crucial da trama golpista", começou Tralli, ainda tentando se situar na transmissão.
"O ex-presidente Jair Bolsonaro, que já está preso desde sábado [22] na superintendência da Polícia Federal, em Brasília, e pela decisão de agora há pouco, portanto, do ministro Alexandre de Moraes, ele vai executar, portanto, a pena de prisão, os 27 anos e três meses de cumprimento de pena de prisão dentro da Polícia Federal, em Brasília", seguiu o âncora.
Tralli e Renata ficaram no ar durante 22 minutos ininterruptos, com o auxílio dos repórteres Júlio Mosquéra, Gioconda Brasil e Giba Bergamim, que fizeram entradas de diferentes pontos da capital do país para atualizar o ocorrido.
Além de Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão, Moraes também determinou a execução da pena de outros seis envolvidos na trama golpista: ex-comandante da Marinha, almirante Almir Garnier Santos pegou 24 anos; o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira vai cumprir 19 anos.
O general Augusto Heleno, que foi ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional no governo de Bolsonaro, terá 21 anos de prisão, enquanto o general Walter Braga Netto enfrentará 26 anos e seis meses atrás das grades.
Ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil, Anderson Torres recebeu uma pena de 24 anos, enquanto o deputado federal Alexandre Ramagem foi condenado a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão --ele, no entanto, viajou às escondidas para os Estados Unidos e é considerado foragido.
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