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SILVIA ABRAVANEL

Filha de Silvio Santos critica fim do Bom Dia & Cia: 'Tem que ter infantil todo dia'

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Silvia Abravanel tem expressão de raiva e está boquiaberta

A apresentadora Silvia Abravanel em entrevista ao Jornal dos Famosos desta quarta-feira (24)

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 24/12/2025 - 20h07

Apresentadora do Sábado Animado e diretora do núcleo de infantis do SBT, Silvia Abravanel não gostou da decisão da emissora de acabar com o Bom Dia & Cia --o programa apresentado pela dupla Patati Patatá saiu do ar no último dia 12, depois de fracassar na audiência. "Tem que ter programação infantil a semana toda, sim", ressaltou a comunicadora.

A filha número 2 de Silvio Santos (1930-2024) foi a convidada da edição desta quarta-feira (24) do Jornal dos Famosos, exibido pela LeoDias TV, e fez uma avaliação dos erros e acertos do SBT neste ano.

Ao ser questionada sobre Patati Patatá, ela considerou a dupla um grande acerto. "Tudo de bom. Tem que ter programação infantil a semana toda, sim. E nada melhor para apresentar um programa infantil do que palhaços", disse.

Ela também falou positivamente do The Voice Brasil --"achei muito legal, porque descobre novos talentos"-- e disse que preferia que o Aqui Agora tivesse voltado com a apresentação de Christina Rocha, apesar de admitir que a loira é um fenômeno à frente do Casos de Família:

"Aplaudo muito a Christina. Ela é aquele programa. É a cara do SBT! É povão, as pessoas vivem aquilo, e quem está em casa precisa saber que aquilo existe de verdade. E a Christina é uma excelente mediadora e psicóloga", avaliou.

Silvia reconheceu, no entanto, que nem todas as apostas da emissora para 2025 deram certo. Ela elogiou a tentativa de emplacar doramas, mesmo que a faixa tenha sido rapidamente interrompida após o fracasso de Meu Amor das Estrelas. "Tirou por quê? Porque não deu certo. Time que não está ganhando, tira, bota no banco de reserva", justificou.

"Porque televisão vive de grana também, não é só de fazer os outros falarem: 'Ai, que delícia de programação'. Se não estava rendendo pra gente na grade, acho que tem que colocar outras coisas rentáveis."

"Eu acho que uma emissora vive de erros e de acertos. Nada é 100%. Até meu pai errava! A gente falava que a TV era o brinquedo do meu pai, ele ia lá, mexia na grade, não tinha a paciência de esperar [para dar certo]. Eu falava: 'Pai, você não pode colocar o programa no ar agora e querer que em quatro horas o negócio já renda, não adianta. Espera uns 15 dias'. Mas ele decidia e acabou, a televisão era dele", lembrou a apresentadora.

"Então, é aquela coisa, eu acho que a gente tem que testar. Televisão é isso, é uma competição, a gente está [competindo] com várias emissoras aí, e hoje em dia tem a internet, que todo mundo consegue assistir ao que quiser. Então, televisão é teste, mas você tem que ter a paciência para vivenciar esse teste."


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