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HOMERO SALLES

Ex-diretor de Gugu critica estratégia do SBT de tentar resgatar o passado: 'Equívoco'

REPRODUÇÃO/INSTAGRAM E REPRODUÇÃO/SBT

Montagem com fotos de Homero Salles e Daniela Abravanel Beyruti

Homero Salles e Daniela Abravanel Beyruti: diretor de TV criticou aposta estratégica do SBT

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 28/2/2026 - 14h10
Atualizado em 28/2/2026 - 14h10

O diretor Homero Salles, que trabalhou por anos ao lado de Gugu Liberato (1959-2019), usou as redes sociais para fazer uma análise crítica sobre o atual momento do SBT. No texto, ele afirmou que há um "equívoco" na tentativa de resgatar o chamado DNA da emissora com programas que deram certo no passado.

"Ouço muito falarem do resgate do DNA do SBT, mas acredito que persiste um grande equívoco", escreveu ele em seu perfil do LinkedIn. Para ele, desde a morte de Silvio Santos (1930-2024), a emissora vive "um quadro de tentativas muito bem intencionadas, mas que não estão surtindo efeito".

Salles destacou que teve uma longa passagem pelo canal e que aprendeu diretamente com o fundador. "Tive o privilégio de beber da fonte os ensinamentos do Silvio, conviver diariamente com seu talento nato e compreender a lógica que norteava suas decisões", afirmou, dizendo ter "lugar de fala" para opinar sobre o tema.

Atualmente a emissora está sob o comando de Daniela Abravanel Beyruti, e ele fez questão de elogiar a executiva. "Não poderia ser melhor essa escolha. Daniela é inteligente, preparada, dedicada, trabalhadora e tem as melhores intenções… Mas não basta", ponderou.

Segundo o diretor, o erro estaria em reviver formatos e quadros antigos. "A insistência da procura do DNA, trazendo programas e quadros do passado, é o que está 'equivocado'. O DNA não é isso, longe disso", declarou.

Para Homero, a essência da emissora sempre foi "a inovação, a ousadia, a procura do inusitado, a surpresa na programação e a irreverência no trato com o público telespectador". Ele ainda afirmou que, hoje, o canal "não tem mais aquela identidade" e classificou a grade como "uma colcha de retalhos".

Ao relembrar um conselho que recebeu de Silvio Santos, citou: "Homero, nós somos pipoqueiros e não devemos ter vergonha de vender pipoca". Por fim, fez um apelo: "O DNA do SBT é um só: ouvir o telespectador, saber o que ele quer e não ter vergonha para atendê-lo… Sempre é tempo".


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