A gente manda.
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Depois manda a real pra todo mundo.
COLUNA DUH SECCO
Lucas Teixeira/TV GLOBO

O diretor Gustavo Fernandez; A Nobreza do Amor estreia nesta segunda-feira (16), na Globo
Diretor artístico de Pantanal (2022) e Renascer (2024), Gustavo Fernandez agora se dedica ao horário das seis, à frente de uma saga tão grandiosa quanto as exibidas na faixa das nove. A Nobreza do Amor, que a Globo estreia nesta segunda-feira (16), é, nas palavras do diretor, "uma produção bastante ambiciosa". A aventura vai marcar a narrativa, conforme o profissional pontuou em bate-papo com a coluna durante a festa de lançamento da trama.
"A produção é do tamanho que a novela pede. A ideia é mostrar a nobreza do continente africano em toda a sua diversidade, complexidade, riqueza cultural. Neste início, no momento em que a narrativa está sendo estabelecida, era necessário esse tipo de esforço, de ambição", destacou Gustavo Fernandez.
"Claro que é difícil manter isso ao longo de tantos capítulos... O que vamos conseguir ter presente ao longo de toda a novela é aventura. Novela das seis tende a ser um pouco mais leve, então, é uma aventura que dialoga sempre com a comédia. Eu brinco que tô fazendo o meu Piratas do Caribe", completou, exaltando a série de filmes estrelada por Johnny Depp.
A Nobreza do Amor retrata a fuga da princesa Alika (Duda Santos) e de sua mãe, a rainha Niara (Erika Januza), para o Brasil, após a tomada do reino africano de Batanga pelo primeiro-ministro, Jendal (Lázaro Ramos).
Estabelecida em Barro Preto, nordeste brasileiro, Alika se apaixona pelo trabalhador rural Tonho (Ronald Sotto), enquanto luta contra o assédio de Mirinho (Nicolas Prattes) e busca formas de salvar o seu povo.
A notícia que chega à coluna é de que Alinne Moraes, embora comentada por toda a imprensa --e apesar dos Stories exaltando Juquinha (Gabriela Medvedovsky) e Lorena (Alanis Guillen)--, nunca chegou a figurar no elenco de Três Graças.
Regiane Alves sempre foi o nome pretendido para Violeta, mãe de Juquinha que surgirá na trama das nove para apoiar o relacionamento dela com Lorena. Atriz e emissora assinaram contrato há semanas.
Os fins de tarde da portuguesa SIC serão ocupados, em breve, por A Força do Querer (2017). O sucesso de Gloria Perez, já exibido por lá, foi escolhido para substituir A Dona do Pedaço (2019), de Walcyr Carrasco.
A SIC está em paz com o conteúdo da Globo. Além dos bons índices das tramas que encerram a faixa vespertina, o remake de Páginas da Vida, de Manoel Carlos (1933-2026), tem rendido uma liderança confortável para a rede de TV.
Mais uma vez, Maria Beltrão brilhou à frente da transmissão do Oscar. A jornalista, que migrou para o Entretenimento da Globo após conduzir a primeira e bem-sucedida versão do Estúdio I, da GloboNews, prova em ocasiões do tipo que merece alçar voos maiores do que os permitidos pelo É de Casa. A atração das manhãs de sábado já explorou tudo o que podia de Maria, que não merece ficar ali fazendo mais do mesmo.
A grade do Globoplay Novelas está cada dia mais previsível e desinteressante. Hoje, às 14h, tem a volta de Vale Tudo (1988), já reapresentada em duas ocasiões anteriores --quando o canal ainda atendia por Viva. Claro que vale a pena ver de novo uma das produções de maior qualidade da TV brasileira. O Globoplay Novelas erra, no entanto, em não mesclar conteúdos que fizeram história com outros, pouco lembrados. O canal está queimando todos os cartuchos de uma vez.
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