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REESTRUTURA

Com baixa do UFC no Brasil, Globo derruba assinatura do Combate em quase 30%

Divulgação/UFC

A lutadora Amanda Nunes com seus dois cinturões do UFC e com uma bandeira do Brasil

Amanda Nunes, campeã do UFC: Globo derruba valor do Combate para tentar reverter queda de assinantes

GABRIEL VAQUER, colunista

vaquer@noticiasdatv.com

Publicado em 26/10/2021 - 6h25

A Globo decidiu derrubar o valor da assinatura do canal Combate no pagamento anual para tentar atrair novos assinantes e impedir que o serviço perca ainda mais adeptos. A queda é de quase 30%. O pay-per-view está em má fase por causa da pandemia do coronavírus e pela queda de popularidade do UFC.

A partir de agora, quem quiser assinar o canal de lutas da Globo com um pagamento por ano desembolsa R$ 478,80 (R$ 39,90 por mês). Não se trata de uma promoção temporária, como acontece com certa frequência. A Globo decidiu praticar esse valor para tornar o seu canal de lutas mais competitivo.

O antigo preço cobrado pela Globo era de R$ 658,80. Ou seja, é uma queda de 27,3%. O pacote para o pagamento mensal continua em R$ 69,90. A cobrança mais barata é justamente para que o consumidor decida assinar pelo plano anual, que dá mais estabilidade para a base de assinantes.

O Combate vive má fase desde o início da pandemia, em março de 2020. O serviço teve uma queda de 150 mil assinantes nos primeiros dois meses da crise de saúde e regrediu no número de contratos ativos para o patamar de 2011, quando o MMA havia explodido no Brasil por causa de lutadores como Anderson Silva.

Houve uma recuperação tímida em 2021, mas abaixo do esperado. Um dos motivos é a queda de popularidade do UFC no Brasil. Hoje, não existem "grande heróis", como há dez anos. O principal nome do Brasil é a campeã Amanda Nunes, considerada uma das maiores MMA mundial.

Mesmo assim, o canal Combate ainda é muito lucrativo para a Globo. E, pelo lado do UFC, a exposição dada aos eventos ainda é bem interessante.

As lutas não são transmitidas em TV aberta desde 2018, quando o acordo para esta mídia acabou, mas o UFC gosta do tratamento que a Globo dá para lutas, mesmo que elas só tenham exibição no modelo pay-per-view.

Na TV aberta, a Globo faz cobertura do UFC em seus principais telejornais e programas esportivos. Além disso, a emissora também tem uma correspondente para ele nos Estados Unidos --a repórter Evelyn Rodrigues. 

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