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DIREITOS ESPORTIVOS

CazéTV supera tropeços de Paris-2024 e fecha exibição dos Jogos Olímpícos de 2028

REPRODUÇÃO/YOUTUBE

Casimiro Abreu tem expressão conformada em cenário colorido da CazéTV

Casimiro Miguel na CazéTV; canal do YouTube vai transmitir os Jogos Olímpicos de Los Angeles

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 10/12/2025 - 15h59

A CazéTV acertou nesta quarta-feira contrato com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para a transmissão dos Jogos Olímpicos de 2018, que acontecerão em Los Angeles. O acordo foi fechado apesar dos tropeços do canal em Paris-2024 --quando a equipe de Casimiro Miguel foi acusada de falas machistas e de constranger atletas convidados.

Segundo o colunista Gabriel Vaquer, do F5, o contrato da CazéTV com o COI também contempla os Jogos Olímpicos de Inverno, que serão realizados em Milão e Cortina (na Itália) em fevereiro do ano que vem, além de duas edições dos Jogos da Juventude --a de Verão, que ocorre em 2026 em Dakar (Senegal); e a de Inverno, em 2028, nas cidades italianas de Dolomitas e Valtellina.

Para a cereja do bolo do novo acordo, Los Angeles-2028, o canal prometeu pelo menos 500 horas de conteúdo gratuito, entre transmissões das diferentes modalidades --inclusive aquelas que tradicionalmente não têm espaço na TV-- e programas de debate e recapitulação das provas do dia.

A Globo também tem os direitos dos Jogos de Inverno e de Verão. O acordo da emissora contempla TV aberta (Globo), paga (Sportv), internet (Ge TV e Globoplay) e mobile, mas não assegura nenhum tipo de exclusividade.

CazéTV dividiu o público com Paris-2024 

Em 2024, a CazéTV dividiu a opinião do público com sua transmissão dos Jogos Olímpicos de Paris. Quem estava acostumado a ver os eventos na TV e ligou o canal de Casimiro Miguel pela primeira vez se chocou com o estilo debochado da equipe.

A influenciadora Nathaly Dias também se tornou um dos assuntos mais comentados no X por causa de um "climão" no programa Zona Olímpica. Ela insistiu em comentar a vida pessoal das atletas da Seleção Brasileira de vôlei feminino, mesmo com todos os colegas insistindo para mudar de assunto --principalmente a jogadora Adenizia Ferreira.

Depois, uma fala de tom machista do comentarista Guilherme Beltrão durantra transmissão do nado sincronizado pegou tão mal que a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos rejeitou oficialmente os pedidos de desculpas do canal e do profissional.

Também no Zona Olímpica, Beltrão havia afirmado jocosamente que atletas sem chance de medalha estariam na Vila Olímpica apenas para "comer gente" --citando especificamente as atletas do nado sincronizado. A confederação não gostou e soltou uma nota de repúdio.


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