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RECUPERAÇÃO

Carlinhos de Jesus cai no choro ao dançar 'salsa milagrosa' no Domingão com Huck

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Homem esfrega lágrimas de seus olhos ao lado de outro homem em um cenário com plateia ao fundo

Carlinhos de Jesus chorou no Domingão ao falar de sua recuperação com Luciano Huck

REDAÇÃO

redacao@noticiasdatv.com

Publicado em 9/11/2025 - 19h23

Carlinhos de Jesus foi às lágrimas no Domingão com Huck deste domingo (9) após ficar de pé e até dançar uma salsa contida ao lado de Luciano Huck. Ele havia passado os últimos meses confinado a uma cadeira de rodas após ser diagnosticado com uma doença autoimune chamada neuro radiculopatia desmielinizante crônica, que afetou os nervos e limitou seus movimentos. Médicos haviam dito que a recuperação era possível, porém difícil.

Huck começou um bloco da Dança dos Famosos destacando a importância do que aconteceria na sequência. "Eu queria dizer pra você que está em casa que hoje é um dia muito especial... Porque saúde é tudo, né? Se você não tiver saúde, não tem significado pras coisas", introduziu o apresentador.

"Então, a gente teve uma... Talvez a coisa mais dura que a gente enfrentou nessa temporada da Dança dos Famosos foi a gente ter um dos maiores dançarinos desse país, o homem que fez com que a dança se popularizasse, que a dança de salão fizesse parte do dia a dia das famílias brasileiras na televisão, numa cadeira de rodas", falou o marido de Angélica.

"E foi duro pra todo mundo. A gente normalizou isso ao longo desses meses todos da Dança, mas era duro toda vez que a gente chegava nesse palco e via o Carlinhos entrando na cadeira de rodas dele. E o Carlinhos falou: 'Olha, eu vou voltar a andar'", contou Huck, se aproximando do coreógrafo.

"E não é que foi um esforço pequeno. Esse cara, bicho, ele se dedicou... Quando ele não estava aqui, ele estava na fisioterapia. Foi uma concentração, o foco, a prova de que, quando a mente está boa, o corpo reage", valorizou.

"Então, senhoras e senhores, o que vai acontecer nesse palco agora, a gente rezou muito para acontecer. Senhoras e senhoras, meu amado amigo Carlinhos de Jesus. De pé!", anunciou ele, que ajudou o professor de dança a se levantar da cadeira e ainda pediu para os dois dançarem uma salsa --ritmo da semana do quadro. "Parabéns, valeu a luta. Vai só melhorar, mesmo."

Emocionado, o coreógrafo pediu a palavra. "Luciano, eu só queria dizer uma coisa muito importante. Qualquer um pode, desde que tenha foco, se dedique, que procure, dentro da sua rotina diária, estabelecer um horário, maneiras e formas de seguir o tratamento", falou Carlinhos.

"Fisioterapia é tudo na vida da gente. A medicina foi importante, com os medicamentos. A fé. Quero aproveitar e agradecer as milhões de mensagens que recebi, de solidariedade à minha situação. Mas a fisioterapia foi fundamental para que eu pudesse manter-me de pé", apontou ele.

Luciano Huck, então, fez uma pequena observação à fala do amigo, para não deixar nenhuma informação errada. "Deixando claro que o diagnóstico que o Carlinhos teve, pela medicina e pela ciência, mostrava que era possível a recuperação com a fisioterapia. Obviamente, tem casos que você não consegue, não tem como você voltar a andar", ressaltou.

"No caso dele, a medicina dizia: 'Olha, é muito difícil, mas com muita fisioterapia, com a medicação correta, com o diagnóstico correto, você pode voltar a ficar de pé'. E cá está Carlinhos de Jesus, de pé no Domingão."

Qual é a doença de Carlinhos de Jesus?

Carlinhos de Jesus foi diagnosticado com uma doença autoimune chamada neuro radiculopatia desmielinizante crônica, que afetou os nervos e limitou seus movimentos. Ele também foi diagnosticado com bursite trocantérica bilateral e tendinite nos glúteos, que causam forte dor e inflamação nos quadris.

Carlinhos de Jesus contou em entrevista ao Fantástico que descobriu a condição após sentir dores intensas que o impediram de caminhar. A soma dos fatores afeta diretamente sua rotina e a realização de tarefas simples do dia a dia, como andar.

Segundo o coreógrafo, os primeiros sinais surgiram há três anos, quando percebeu que a perna direita perdia força, mas sem dor. A situação se agravou em junho deste ano, durante uma viagem a Passo Fundo (RS). Foi lá que começaram as dores mais fortes.

Hoje, o dançarino realiza diferentes tratamentos para tentar estabilizar a doença e recuperar os movimentos. Ele faz sessões de fisioterapia, musculação e exercícios físicos específicos, além de imunoterapia para fortalecer as defesas naturais do corpo. "Para que não se agrave", explicou.


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