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Cariúcha durante entrevista no Programa Flávio Ricco; apresentadora sonha com programa solo
Quando o SBT decidiu trazer de volta o Casos de Família para a programação de 2025, o nome mais cotado para assumir o formato foi o de Alessandra Cariúcha, que tinha caído nas graças da direção da emissora e do público com seus comentários no Fofocalizando. No fim, porém, Christina Rocha aceitou voltar e ficou com o posto que já tinha sido dela no passado. Para a funkeira, as coisas aconteceram como deveriam.
"O Casos de Família não aconteceu porque não era para ser, né? O programa é a cara da Christina, e ela faz isso brilhantemente", admitiu Cariúcha em entrevista ao Programa Flávio Ricco, da LeoDias TV, nesta terça-feira (18).
"O programa é a cara dela, acho que se eu estivesse no Casos de Família, eu ia mudar a identidade do programa. Ia dar outra cara, não ia ser o Casos de Família que é hoje, porque aquele Casos de Família é da Christina, é dela. Acho que o meu ia trazer mais para o lado do humor", apostou a artista.
Ela ressaltou, no entanto, que ainda acredita que terá uma atração solo no SBT. "Eu quero muito ter um programa só meu, é o meu sonho. Já são dez anos tentando, né? E eu acredito que eu vou ter, sim. O SBT é uma emissora muito bacana, que está me dando uma grande oportunidade", reconheceu.
"E eu acho que, se eu continuar nesse caminho... A dona de casa gosta de mim, se identificou muito com o meu linguajar, e acho que se continuar assim, eu vou ter [meu programa], sim. Mas eu vou no tempo de Deus, não vamos pular etapas, passo a passo", minimizou Cariúcha.
Além da funkeira, também gravaram testes para o novo Casos de Família nomes como o coach Pablo Marçal, a cantora Jojo Todynho e o jornalista Felipeh Campos. Segundo fontes na emissora, o piloto de Cariúcha foi o mais elogiado pelos diretores. Porém, a escolha por Christina Rocha se tornou inevitável quando a antiga apresentadora aceitou assinar um novo contrato.
Em entrevista ao Notícias da TV, no ano passado, Cariúcha abriu o jogo sobre seu sonho de ter um programa de televisão. "Apresentar um programa sempre foi o meu sonho. Eu comecei nas ruas [na época do Pânico], eu fazia matérias de rua, cobria porta, corria atrás de artistas, ficava até de madrugada esperando os artistas, os cantores. Falava que um dia seria apresentadora de televisão, ralei mais de 16 anos e estou aqui hoje muito feliz", valorizou.
"O meu jeito simples, as palavras simplificadas, o linguajar popular, foi com isso que consegui conquistar o público de casa, com esse meu jeito doida. Eu nunca imaginei que ia ter público infantil, eu tenho fãs que são crianças. Eu estou muito feliz", ressaltou a artista na conversa com a reportagem.
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