SEM APOSENTADORIA

Betty Faria e Tony Ramos descartam fim da carreira na TV: 'Só quando morrer'

REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Montagem com fotos de Betty Faria e Tony Ramos no Conversa com Bial; ela aparece com um blazer branco e uma camisa branca, um colar com um grande coração verde e uma estrela dourada; ele aparece de jaqueta preta

Betty Faria e Tony Ramos no Conversa com Bial; veteranos falaram sobre aposentadoria da atuação

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Aos 85 e 78 anos, respectivamente, Betty Faria e Tony Ramos não pensam em colocar um ponto-final na carreira artística. Para os dois veteranos da TV, a aposentadoria não significa necessariamente deixar de trabalhar. Ambos pontuaram que continuam no ofício por prazer de exercer a profissão.

  • Entenda a notícia:
  • Sem pausa na carreira: Betty Faria e Tony Ramos afirmaram a Pedro Bial que continuarão atuando por amor à profissão.
  • Até o fim: A atriz rejeitou a aposentadoria e declarou que só para "quando morrer".
  • Beneficiado, mas trabalhando: Já aposentado pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Tony Ramos explicou que apenas reduzirá o ritmo, pois atua por prazer.

Os atores falaram sobre o assunto durante entrevista a Pedro Bial na última terça (8). Na conversa, eles relembraram diferentes momentos de suas trajetórias e refletiram sobre o significado de permanecer trabalhando depois de décadas dedicadas à televisão, ao cinema e ao teatro.

Betty foi categórica ao ser questionada sobre aposentadoria. "Quê isso? Aposentadoria só quando eu morrer!", disparou a atriz. Já Ramos revelou que é oficialmente aposentado, mas não pretende parar de trabalhar tão cedo.

"Eu já desfruto da aposentadoria do INSS, por mérito", contou ele. "Me aposentei depois de ter colaborado por 37 anos e 5 meses", acrescentou.

No entanto, a aposentadoria previdenciária e o fim da carreira são questões completamente diferentes para o ator. "Esse negócio de parar de trabalhar... Eu vou diminuir o ritmo. Isso chama-se prazer, vontade", explicou.

Tony Ramos afirmou que continuar na profissão não significa uma resistência ao descanso, e resumiu a relação com o trabalho de maneira simples. "Não é 'agarrou o osso e não quer largar o osso'. Por favor, imagem boba e burra. Não é isso, não. É gostar de exercer o ofício", comentou.

A conversa entre os dois também reforçou a longevidade de suas trajetórias e a relação construída com a profissão ao longo dos anos. Para Betty, a ideia de aposentadoria continua distante; para Ramos, receber o benefício do INSS não significa deixar de trabalhar. Em comum, os dois enxergam o trabalho artístico como uma atividade que pode continuar enquanto houver vontade e prazer.


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