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EM CASA COM OS GIL

BBB dos Gil: Cantor viveu confinamento com câmeras escondidas em casa

DIVULGAÇÃO/PRIME VIDEO

Gilberto Gil e sua filha Bela Gil numa área aberta em meio à natureza, os dois sentados numa pedra, ele segura um violão, durante gravações do programa Em Casa com os Gil

Gilberto Gil e sua filha Bela Gil durante gravações do programa Em Casa com os Gil, do Prime Video

FERNANDA LOPES

fernanda@noticiasdatv.com

Publicado em 26/6/2022 - 6h40

Gilberto Gil é uma pessoa pública desde a década de 1960, quando se tornou conhecido na música popular brasileira. Mas nunca havia vivido algo como a produção do reality Em Casa com os Gil, do qual é a estrela principal. O cantor viu sua casa ser tomada por uma equipe de gravação, cheia de microfones e câmeras escondidas --além, é claro, da hospedagem de dezenas de membros de sua família. 

Em Casa com os Gil é uma mistura de série documental e reality show. Os cinco episódios, disponíveis no Prime Video desde sexta (24), retratam a rotina de Gilberto Gil, sua mulher, seus filhos e netos durante uma temporada que passaram juntos na casa do patriarca e de sua mulher, Flora, na região serrana do Rio de Janeiro.

A ideia é mostrar a reunião deles para preparação de uma turnê que envolverá toda a família e retratar também a rotina dos Gil, com conversas, afetos, algumas discussões, contação de histórias e muita emoção. 

Para o registro de todos esses momentos, a produtora Conspiração investiu fortemente. Uma equipe de cerca de 50 profissionais foi deslocada para a casa de Gil, com a missão de não incomodar o funcionamento do lar e as dinâmicas da família. Eles não só gravaram um programa de TV, mas também captaram ensaios da família Gil enquanto banda, o que dará origem a um álbum musical com novas versões de sucessos da carreira dele.

"Tinha desafios de produção gigantescos. No meio da pandemia conseguir botar uma estrutura de quase 50 profissionais na serra e que eles desaparecessem [do vídeo], que não contaminassem ninguém. Houve quarentena da equipe, pra não contaminar ninguém da família", diz Andrucha Waddington, diretor do projeto e amigo pessoal da família.

"Era um grande desafio fazer um projeto desse porte com essa qualidade, essa complexidade sonora. Não só os 34 canais [de áudio instalados para captar as conversas], mas um set up de estúdio pra poder inclusive sair um disco. Não só sairá um produto de audiovisual, mas um álbum gravado", promete ele.

O programa foi gravado no meio do ano passado --Preta Gil se lembra de que foi pouco tempo após a morte de Paulo Gustavo (1978-2021), seu amigo, que morreu no dia 4 de maio, por complicações de Covid. A questão da pandemia teve influência na família, que se mostrou muito unida e muito emotiva em meio às gravações, mesmo sendo observada por dezenas de câmeras. 

"A bagagem já existia porque era família, já é uma coisa emocionante por si só. E não dá pra excluir o fato de que a gente estava vivendo o momento e sem perspectiva [de retornar aos palcos]. A gente estava montando um show na esperança de viajar e sem garantia. Mesmo inconscientemente, tudo aquilo vinha à tona. Os choros representam acúmulo muito grande de muita coisa que a gente pode viver num ambiente familiar. Ali dava pra escolher os colos, de pai, irmão, irmã", relata Bem Gil, filho de Gilberto Gil.

"A gente produziu num momento em que o mundo estava parado. A gente fez uma foto desse momento de uma família que eu admiro muito. Acho que vai fazer o mundo pensar sobre o que é uma família", afirma Waddington. 

Além dos cinco episódios que estreiam no Prime Video nesta semana, uma segunda temporada já está confirmada: Viajando com os Gil mostrará, enfim, os bastidores e a rotina dos familiares durante a turnê de shows que farão na Europa, nos próximos meses.


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