A gente manda.
Você recebe.
Depois manda a real pra todo mundo.
ANTES DO PREVISTO
Divulgação/SBT

Galvão Bueno no programa Galvão F.C., do SBT; ele vai narrar partida das quartas de final
Após a eliminação do Brasil no último domingo (5), a expectativa era de que Galvão Bueno só voltasse a narrar uma partida no consórcio de SBT e N Sports na grande final, marcada para o dia 19. Mas o veterano decidiu retornar ao trabalho antes e já aparecerá na TV nos próximos dias.
Bueno vai fazer a locução de França x Marrocos, que acontece na quinta-feira (9), às 17h (de Brasília). Ele estará no Gillette Stadium, em Boston, para a partida da grande dor de cabeça do Brasil no Mundial de 1998.
Na sexta (10), às 16h, será a vez de Tiago Leifert comandar a transmissão de Espanha x Bélgica, disputado no SoFi Stadium, em Los Angeles. O profissional tem feito suas locuções do estúdio do SBT em São Paulo, de onde também comandava o Torcida SBT --um esquenta para os jogos do Brasil.
As mesmas duas partidas serão transmitidas pelo ecossistema da Globo, com TV aberta, Sportv na TV paga e Ge TV dentro do Globoplay. Noruega x Inglaterra e Argentina x Suíça, que acontecem no sábado (11), às 18h e às 22h, respectivamente, terão exibição exclusiva da Cazé TV --única plataforma com o direito de todos os 104 jogos do torneio.
Galvão Bueno quase não participou da transmissão da Copa da América do Norte. No fim de maio, ele fez a cirurgia na coluna para correção de uma hérnia de disco. Ainda em fisioterapia, o locutor admitiu que enfrentou dificuldade para andar e teve medo de precisar abandonar o Mundial.
"Quase que não vinha à Copa. Fiz uma cirurgia muito forte, muito pesada de coluna. Foram 5 horas e 30 [minutos] de cirurgia. Ganhei de presente oito parafusos", relatou Bueno em entrevista a Flávio Ricco na LeoDias TV.
Segundo o narrador, a ideia inicial era que a cirurgia fosse realizada só depois do Mundial, que chega ao fim no próximo dia 19. Os médicos, no entanto, concluíram que não seria possível esperar.
Bueno realizou a cirurgia em 23 de maio --em 7 de junho, já embarcou para os Estados Unidos. "Os médicos estavam meio assustados, apavorados", contou. O motivo de tanta preocupação era o pouco tempo para a recuperação.
"Eu temia [ficar fora da Copa]. Eu cheguei aqui com uma dificuldade muito grande de andar, mas a minha equipe sensacional e as pessoas da organização sempre têm um carrinho de golfe à minha disposição. Porque é um espaço muito grande até você chegar ao acesso. Agora, já estou caminhando para tudo que é lado, mas confesso que senti medo", confirmou.
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