A gente manda.
Você recebe.
Depois manda a real pra todo mundo.
CASO BRUTAL
REPRODUÇÃO/TV GLOBO

Ana Maria Braga e o cachorro Orelha; apresentadora se emocionou e pediu justiça pelo animal
Ana Maria Braga abriu o Mais Você desta terça (27) visivelmente emocionada ao comentar a morte do cachorro Orelha, vítima de agressões em Santa Catarina. A apresentadora expressou sua indignação pelo caso, revelou que assinou um abaixo-assinado que pede por punição dos agressores e afirmou que não poderia deixar de iniciar o programa sem falar sobre a dor coletiva causada pelo assassinato do animal.
Segundo ela, a crueldade ultrapassou qualquer limite e atingiu até quem não costuma se envolver com temas ligados à causa animal. "Acho que todo mundo que viu essa notícia, independentemente de gostar de animal ou não gostar, estão sentidas sobre tamanha crueldade que se viu. Covardia absurda o que fizeram com o Orelha", declarou.
Orelha era um animal de rua cuidado pela comunidade local e considerado um dos mascotes da Praia Brava, em Florianópolis, capital de Santa Catarina. Dócil e brincalhão, tinha cerca de dez anos e desapareceu por alguns dias antes de ser encontrado agonizando por pessoas que caminhavam pela região. Por conta da gravidade dos ferimentos, o animal precisou ser sacrificado.
"A gente fica sem palavras, e com o coração muito, muito, muito triste", desabafou a apresentadora ao falar sobre o desfecho do caso, que provocou forte comoção nas redes sociais e mobilizou pedidos por justiça.
A Polícia Civil identificou ao menos quatro adolescentes suspeitos de participação nas agressões. Por se tratarem de menores de idade, os nomes não foram divulgados. Além disso, um advogado e dois empresários, parentes dos jovens, foram indiciados pelo crime de coação.
Segundo as investigações, um dos indiciados teria ameaçado uma testemunha com uma arma. Dois dos adolescentes suspeitos estão nos Estados Unidos em uma viagem previamente marcada e devem retornar ao Brasil na próxima semana.
Durante o programa matinal, Ana Maria contou que recebeu um abaixo-assinado pedindo providências e que fez questão de apoiar a mobilização. Ela reforçou o sentimento de revolta diante da violência sofrida pelo cachorro.
"A pergunta que ficou foi a seguinte: quem é o animal aí? Onde é que está o animal nessa nossa conversa?", questionou a apresentadora, ao refletir sobre a brutalidade do ato.
Por fim, a comunicadora demonstrou preocupação com o comportamento dos envolvidos e com as consequências desse tipo de violência. "Esses jovens serão adultos, no futuro, que vão agredir, assediar, e eu diria que eles são cidadãos desprezíveis, e perigosos. Eles têm que entender que a vida não é assim, e que não pode ficar impune", concluiu.
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